- Carlo Ancelotti, atual técnico da Seleção Brasileira, lança a autobiografia O Sonho, com Chris Brady, revisitando sua trajetória como jogador e técnico e destacando suas cinco conquistas na Champions League.
- O livro narra a infância em Reggiolo, na Emilia Romagna, e o sonho de ser jogador, que se realizou com a convocação para a seleção italiana, a Azzurra.
- Ao encerrar a carreira aos 33 anos, ele virou assistente de Arrigo Sacchi na seleção italiana, em 1991, dando início a uma nova fase na carreira.
- O técnico explica ter aprendido com diversos treinadores e ter adaptado filosofias de trabalho, sem se prender a um único método, valorizando confiança e respeito a todos no clube.
- Desde 26 de maio de 2025 ele comanda a Seleção Brasileira e, em seis meses, procurou melhorar o clima da equipe, com o objetivo de vencer a Copa do Mundo.
Carlo Ancelotti, multicampeão como jogador, confirma que a transição para técnico costuma manter o ritmo de sucesso, conforme revela em sua autobiografia. O livro, escrito com Chris Brady, aborda a trajetória do ex-jogador e, principalmente, de treinador, título com cinco Champions League no currículo.
Natural de Reggiolo, na Emilia Romagna, Ancelotti alimentava o sonho de ser jogador desde a infância. Ao pendurar as chuteiras aos 33 anos, aceitou o convite de Arrigo Sacchi para ser seu assistente na seleção italiana em 1991, mantendo a paixão pelo futebol como motor da carreira.
O autor mostra como, ao longo da carreira, ele foi assimilando filosofias de diferentes técnicos e moldando um estilo próprio como treinador. Transmitir confiança e tratar todos com respeito são citados entre suas marcas registradas, independentemente da função dentro do clube. Atuou nas cinco principais ligas europeias e aprendeu diversos idiomas.
Atual cenário
Desde 26 de maio de 2025, Ancelotti comanda a Seleção Brasileira. O livro reforça que, em apenas seis meses, conseguiu mudar o clima da equipe, que vinha de resultados negativos desde a Copa do Mundo de 2022.
Sobre o objetivo máximo, o técnico coloca o sonho de vencer a Copa do Mundo pelo Brasil. O relato aponta responsabilidade e motivação para buscar esse título, com dedicação total ao desafio.
Publicado na edição n° 1405 de CartaCapital, em 25 de março de 2026, o trecho circula com o título Os sonhadores da Champions, conforme indicação da edição impressa. A obra é publicada pela Editora Planeta, com 256 páginas.
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