- Designer da Nike que trabalhou na camisa da seleção explica a presença de “Brasa” e da expressão “Vai, Brasa” no uniforme; o amarelo escolhido é o tom canário clássico.
- Internautas criticaram o uso da expressão, com comentários associando-a a posições políticas; há vídeo do Canal Uol com a declaração da designer.
- Imagens oficiais divulgadas pela CBF mostram detalhes da nova camisa titular para a Copa do Mundo de 2026.
- A controvérsia também remete a rumores de uma segunda camisa vermelha, que ganhou repercussão nas redes, mas a CBF afirmou que os padrões continuam amarelo e azul.
- A aprovação do uniforme começou na gestão de Ednaldo Rodrigues na CBF, após publicações de sites estrangeiros sobre possíveis mudanças no uniforme.
A designer da Nike responsável pelo uniforme da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026 explicou o uso da palavra Brasa e da expressão Vai, Brasa nas peças. A crítica veio principalmente em redes sociais, com torcedores questionando o significado.
Rachel Denti, brasileira que mora nos Estados Unidos, afirmou em vídeo do Canal Uol que Brasa é expressão comum em estádios e no cotidiano. Segundo ela, a ideia é transmitir orgulho ao vestir a camisa, com Brasa representando Brasil de forma distinta de Brasil com Z.
A estilista ressaltou que a cor amarela escolhida é o canary, o amarelo clássico do futebol. Ela disse que algumas escolhas refletem a identidade nacional e que Brasa não substitui o Brasil, mas coexiste como referência usada pela equipe.
Nas redes, internautas criticaram a presença da expressão, associando-a a posições políticas. Perguntas sobre o uso de Vai, Brasa surgiram após a divulgação oficial da nova camisa pela CBF.
A divulgação oficial também gerou lembranças de um debate anterior sobre o uniforme. Em abril de 2025, a CBF afirmou que manteria o amarelo tradicional e o azul, afastando a ideia de incluir um segundo uniforme vermelho.
O processo de aprovação do uniforme atual ocorreu durante a gestão de Ednaldo Rodrigues na CBF, conforme informou a própria entidade. A discussão sobre cores e símbolos ganhou repercussão antes da divulgação pelas redes sociais.
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