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São Paulo vence ação e Justiça condena FGoal a pagar R$ 793 mil

Justiça condena FGoal a pagar R$ 793 mil por reduzir o valor da ação para evitar transferência de foro, mantendo o processo em foro regional

São Paulo x Fortaleza no Morumbis
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  • A Justiça condenou a FGoal a pagar R$ 793 mil, correspondentes a 9,9% do montante da causa de R$ 8.016.667,34 após atualização.
  • A decisão entendeu que houve redução intencional do valor para evitar a transferência do processo para outro foro, mantendo-o em foro regional.
  • A medida foi interpretada como tentativa irregular de definir onde o processo seria julgado.
  • O São Paulo disse ter notificado a FGoal sobre a rescisão por justa causa, citando saques indevidos na plataforma Zig Pay sem autorização e sem relação com os serviços prestados.
  • Antônio Donizete Gonçalves, o Dedé, era o diretor social na época e é alvo de investigações do Ministério Público e da Polícia Civil por irregularidades no setor social, além de apuração interna no Conselho Deliberativo.

O São Paulo venceu a ação movida pela FGoal e a Justiça determinou que a empresa pague R$ 793 mil ao clube. O valor corresponde a 9,9% do montante da causa, fixado originalmente em R$ 8.016.667,34 após atualização, mas considerado insuficiente para refletir o conteúdo econômico da disputa. A decisão aponta que houve redução intencional do valor para evitar a transferência do processo entre foros.

A Justiça entendeu que a redução visou manter o caso em um foro regional, com limite de valor, em vez de seguir para o Foro Central, onde já tramitava uma ação anterior. Essa prática foi interpretada como tentativa irregular de definir o local de julgamento do processo.

Segundo o São Paulo, a rescisão por justa causa foi comunicada à FGoal. O clube alegou que a empresa realizou saques indevidos na plataforma de maquininhas Zig Pay sem autorização, e que os valores não tinham relação com os serviços prestados, o que motivou a ruptura do contrato.

Contexto e envolvidos

Dedé, Antônio Donizete Gonçalves, atuava como diretor social do São Paulo na época em que o acordo foi firmado. Ele é alvo de investigações do Ministério Público e da Polícia Civil sobre possíveis irregularidades no setor social, além de apuração interna no Conselho Deliberativo do clube.

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