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Auditoria aponta dívida de R$ 935,6 mi do Grêmio para 2025

Auditoria aponta passivo de R$ 935,6 milhões no Grêmio em 2025, com R$ 516,4 milhões vencendo em 2026; conselho mantém contas aprovadas apesar da preocupação

O endividamento aumentou R$ 295 milhões de 2023 e 2025; na imagem, Wagner Leonardo
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  • Auditoria da Baker Tilly Brasil aponta passivo total do Grêmio em 935,6 milhões de reais ao fim de 2025, com 516,4 milhões de obrigações vencendo em 2026.
  • Dívida total teve aumento de 295 milhões entre 2023 e 2025, crescimento de 46%.
  • Principais itens: 154,5 milhões em parcelamentos fiscais e sociais; 169,2 milhões em empréstimos com empresários; 124,2 milhões em compra ou empréstimo de atletas.
  • Outras obrigações incluem 80 milhões com instituições financeiras, 37 milhões com fornecedores, 97,5 milhões em antecipações diversas e 61,8 milhões em contingências judiciais.
  • Conselheiros aprovaram as contas de 2025 com superávit de 35 milhões, impulsionado por operação da Arena do Grêmio com impacto contábil de aproximadamente 400 milhões, sem entrada de recursos no caixa.

A auditoria de Baker Tilly Brasil aponta que o Grêmio encerrou 2025 com passivo total de 935,6 milhões de reais. Do total, 516,4 milhões vencem em 2026 e 419,1 milhões têm pagamento a partir de 2027. O documento foi apresentado aos conselheiros na Arena do Grêmio, na terça-feira, 24 de março de 2026, e classificou a situação como preocupante.

O relatório detalha o aumento do endividamento ao longo de 2023 a 2025, com alta de 46%. O passivo passara de 640 milhões em 2023 para 795 milhões em 2024, chegando a 935,6 milhões em 2025. A parcela de curto prazo saltou de 325 milhões para 516 milhões no mesmo período.

Entre os principais débitos, constam 154,5 milhões em parcelamentos fiscais e sociais, 124,2 milhões de aquisição ou empréstimo de atletas, 169,2 milhões em empréstimos com empresários e 80 milhões com instituições financeiras. Ainda há 54,6 milhões em participações de empresários e 13,6 milhões em direitos de imagem.

Outras obrigações incluem 97,5 milhões em antecipações diversas ligadas ao quadro social e a direitos de transmissão, além de 61,8 milhões em provisões para contingências judiciais. O relatório também cita 37 milhões em dívidas com fornecedores.

Apesar do elevado passivo, as contas da gestão de Alberto Guerra referente a 2025 foram aprovadas. O balanço registrou déficit zero e um superavit de 35 milhões de reais.

O resultado positivo deveu-se a uma operação na Arena do Grêmio ligada à gestão do empresário Marcelo Marques. A transação gerou impacto contábil estimado em 400 milhões, sem entrada direta de recursos no caixa do clube.

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