- Samir Xaud, presidente da CBF, afirmou que o uniforme principal da Seleção não terá a palavra “Brasa” e que o meião vai exibir “Brasil”.
- A decisão foi associada, pelo dirigente, a uma campanha publicitária da Nike, feita apenas de forma isolada, sem identificação no conjunto principal.
- Xaud disse ter sido pego de surpresa, pois o material apresentado inicialmente à CBF não continha a palavra “Brasa”; a gestão atual herdou o contrato com a Nike da administração anterior.
- Ele ressaltou que o patriotismo e o respeito à bandeira brasileira orientam a decisão, mantendo o verde e amarelo como identidade do uniforme.
- O dirigente comentou ainda que houve uma campanha publicitária pré-Copa relacionada ao tema, que levou à polêmica sobre a inscrição.
O presidente da CBF, Samir Xaud, afirmou que não haverá a palavra Brasa no uniforme principal da Seleção Brasileira. A decisão seria fruto de uma campanha publicitária feita em parceria com a Nike, mas não reflete o manto verde e amarelo da equipe.
Xaud explicou que a gestão atual herdou o contrato com a Nike da gestão anterior e ficou surpreso com a inscrição. O material que foi apresentado inicialmente à Confederação não continha a palavra Brasa, segundo o dirigente.
O dirigente disse ainda que o respeito pela bandeira fará com que o meião traga a palavra Brasil, e não Brasa. A declaração ocorreu em meio à polêmica sobre as novas camisas da seleção, associadas a símbolos que geraram críticas antes da Copa.
Mudança de tema: contexto da campanha
Segundo fontes ligadas à CBF, a crítica envolve a relação entre identidade nacional e imagem publicitária. A CBF pretende manter a tradição do uniforme, enfatizando o símbolo nacional e o nome Brasil em peças-chave, conforme apurado pelo órgão gestor.
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