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Raul Plassmann no Cruzeiro: jogos, estatísticas e títulos

Raul Plassmann moldou a história do Cruzeiro como goleiro-ícone, com 557 partidas (1965–1978), título da Libertadores de 1976 e a icônica camisa amarela

Raul Plassmann com o escudo do Cruzeiro: o arqueiro quebrou as regras da época ao vestir uniformes coloridos e se tornou o grande ídolo defensivo da geração de ouro mineira. (Foto: Thiago Fernandes/LANCE!Press)
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  • Raul Plassmann atuou pelo Cruzeiro de 1965 a 1978, somando 557 jogos oficiais, tornando-se o segundo arqueiro com mais atuações na história do clube.
  • A camisa amarela tornou-se marca dele após um episódio em que, sem uniforme escuro disponível, vestiu uma blusa de moletom amarela; a cor passou a simbolizar seu estilo e o posicionamento adiantado para evitar dificuldades.
  • Em 1969, ficou 1.016 minutos sem sofrer gols, recorde mundial da época, demonstrando grande equilíbrio defensivo.
  • Conquistou o título da Taça Brasil em 1966 e ajudou o Cruzeiro a dominar o Campeonato Mineiro, com dez títulos entre 1965 e 1977.
  • Liderou a defesa na campanha que levou o clube à Libertadores da América em 1976; deixou o Cruzeiro em 1978 para defender o Flamengo, mantendo o legado de ídolo da torcida.

Raul Plassmann atuou como goleiro do Cruzeiro entre 1965 e 1978, somando 557 partidas oficiais. Foi peça-chave da chamada geração de ouro do clube, mantendo a meta protegida com jogo seguro e leitura de jogo avançada.

O arqueiro ficou famoso por quebrar tradições: vestia a camisa amarela, вместо pretos usados na época. A mudança começou quando precisou de uma blusa amarela de moletom por frio, impulsionando o visual que marcou a história do clube.

  • Em campo, Plassmann consolidou-se como referência defensiva, ficando atrás de Fábio apenas no ranking de jogos pelo Cruzeiro. Em 1969, ficou 1.016 minutos sem sofrer gols, quase 11 jogos consecutivos.

Títulos e feitos

A formação celeste sob sua guarda conquistou a Taça Brasil de 1966, ao vencer o Santos de Pelé. Foram 10 títulos do Campeonato Mineiro entre 1965 e 1977, consolidando o Cruzeiro como potência regional.

O ápice continental veio em 1976, com a vitória na Copa Libertadores, sob a liderança defensiva de Plassmann. Em 1978, o goleiro deixou o Cruzeiro para atuar no Flamengo, encerrando uma era vitoriosa.

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