- A Canadian Premier League, em parceria com a Fifa, vai testar, a partir da temporada de dois mil e vinte e seis, uma nova interpretação do impedimento, chamada “daylight”, com abertura da liga marcada para o dia quatro de abril.
- A mudança, aprovada pela International Football Association Board (IFAB), altera o critério do impedimento para favorecer o ataque: o atacante é legal se qualquer parte do corpo que pode chegar ao gol estiver alinhada ou atrás do penúltimo defensor; só haverá impedimento se houver espaço claro entre atacante e defensor.
- O objetivo é tornar a marcação mais objetiva, reduzir polêmicas e aumentar o número de jogadas de ataque, acelerando o ritmo da partida.
- A medida faz parte de testes da Fifa para acelerar o fluxo das partidas e reduzir interrupções, com Arsène Wenger dizendo que a implementação em liga profissional ajuda a avaliar impactos nas decisões de arbitragem.
- A liga também vai testar o Football Video Support (FVS), um sistema de revisão em vídeo mais simples que o VAR, em que técnicos podem solicitar revisões em lances decisivos por meio de um número limitado de pedidos por partida.
A Canadian Premier League anunciará testes de uma nova interpretação da regra de impedimento a partir da temporada de 2026, em parceria com a Fifa. A implementação começa na abertura da liga, marcada para 4 de abril.
A mudança, batizada de daylight, define que o atacante está em posição legal se qualquer parte do corpo capaz de marcar gol estiver alinhada ou atrás do penúltimo defensor. A infração ocorre apenas com espaço claro entre atacante e defensor, ou seja, quando o jogador fica totalmente à frente da linha defensiva.
A medida busca tornar a marcação mais objetiva, reduzir polêmicas e aumentar o ritmo ofensivo. A iniciativa também serve para testar impactos no fluxo de jogo e na clareza das decisões de arbitragem, segundo a Fifa.
Novo formato de impedimento
A liga canadense também implementará o Football Video Support (FVS), um sistema de revisão em vídeo mais simples e acessível que o VAR. O FVS não exige árbitros de vídeo dedicados nem revisão automática de todos os lances.
Com o FVS, técnicos poderão solicitar revisões apenas em momentos decisivos, como gols, pênaltis, cartões vermelhos ou erros de identidade, por meio de um número limitado de pedidos por partida.
A expectativa é que o FVS funcione como laboratório para eventuais mudanças globais, avaliando tanto a interpretação do impedimento quanto o uso de tecnologia de apoio à arbitragem.
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