- Gianluca Prestianni nega ter feito racismo contra Vini Jr. e afirma que não houve insulto racista.
- Em entrevista à Telefe, o atacante disse que ficou incomodado com a repercussão e manteve a posição de não ter falado em tom racista.
- Afirmou ter usado termos comuns no futebol argentino, como “covarde” e “maricón”, mas negou que tenha utilizado a palavra “macaco”.
- Prestianni foi suspenso pela Uefa e questiona a punição, ressaltando o impacto do caso na família.
- O episódio recebeu atenção também pelo testemunho de Mbappé sobre o ocorrido, com Vini Jr. relatando ter sido chamado de “macaco”.
Gianluca Prestianni, atacante do Benfica, negou nesta oportunidade ter dirigido qualquer insulto racista a Vinícius Júnior durante a discussão em campo relacionada a incidentes na Champions League. Em entrevista à Telefe, o jogador argentina reiterou que não foi autor de ofensa com conotação racial e que ficou incomodado com a repercussão do caso.
Ele afirmou que as palavras proferidas no momento da discussão teriam sido termos comuns no futebol argentino, como “covarde” ou “maricón”, porém sem qualquer registro de insulto racista. Prestianni confirmou ainda que nunca utilizou a expressão alvo de acusações, destacando que a avaliação pública não condiz com sua versão dos fatos.
Além disso, o atleta questionou a punição impostas pela UEFA, que o suspendeu após o incidente. Segundo ele, a situação extrapolou o âmbito esportivo e afetou também a família, citando o impacto sobre familiares próximos. Prestianni disse acompanhar com surpresa as consequências que vão além do campo.
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