- O presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Gabriele Gravina, renunciou ao cargo nesta quinta-feira, 2 de dezembro de 2025, após a Itália não se classificar para a Copa do Mundo pela terceira vez consecutiva.
- Gravina estava no comando da FIGC desde 2018 e saiu após a derrota nos pênaltis para a Bósnia e Herzegovina na repescagem.
- A federação deve convocar uma assembleia extraordinária para eleger um novo presidente; Gravina também se ofereceu para prestar esclarecimentos sobre a situação do futebol italiano.
- No âmbito esportivo, dirigentes discutem quem será o novo treinador da seleção italiana, com nomes como Antonio Conte, Roberto Mancini e Massimiliano Allegri em pauta.
- Segundo fontes ligadas à FIGC, Pep Guardiola é apontado como favorito para a reconstrução da equipe, caso haja mudança de comando técnico.
O presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Gabriele Gravina, renunciou ao cargo nesta quinta-feira após a Itália não se classificar para a Copa do Mundo pela terceira vez consecutiva. A decisão ocorreu na esteira da derrota nos pênaltis para a Bósnia e Herzegovina na repescagem.
Gravina comandava a FIGC desde 2018 e vinha recebendo pressão para deixar o cargo diante da crise no futebol italiano. A federação informou que convocará uma assembleia extraordinária para eleger um novo presidente e realizar ajustes administrativos.
Novo comando e próximos passos
A FIGC adiantou que Gravina se colocou à disposição para prestar esclarecimentos sobre a situação atual. O órgão já discute o perfil do novo treinador da seleção italiana, com nomes como Conte, Mancini e Allegri exibidos como opções internas, enquanto Pep Guardiola surge como possibilidade externa.
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