- O Atlanta United afirmou que não acionará novo transfer ban do Botafogo enquanto houver acordo de conciliação sobre a dívida de Thiago Almada.
- A SAF pagou a primeira parcela de 10 milhões de dólares (aproximadamente R$ 51,6 milhões); a segunda ficou atrasada por crise financeira.
- O investidor John Textor se reuniu com representantes do Atlanta e da Major League Soccer para definir um novo prazo de pagamento.
- Com o acordo, o Atlanta não entrou com nova notificação na FIFA para o Botafogo, evitando o transfer ban e a suspensão de registros de jogadores.
- O fluxo de caixa permanece como risco para punições futuras, com débitos de contratações de 2025 e debates internos sobre o assunto.
O Atlanta United, dos Estados Unidos, não planeja pedir nova punição à FIFA contra o Botafogo por dívida ligada à venda de Thiago Almada. O clube americano optou por aplicar o acordo existente com John Textor, empresário e atuante na gestão do Botafogo, para evitar um segundo transfer ban.
O acordo foi costurado nas últimas semanas, após o Botafogo pagar a primeira parcela de 10 milhões de dólares (cerca de 51,6 milhões de reais). A segunda parcela, no entanto, teve atraso devido à crise financeira do clube brasileiro.
O diretor do Atlanta United, Chris Henderson, confirmou em entrevista coletiva que há um conciliação vigente e que o time cumprirá os termos acordados. Assim, não haverá nova notificação formal à FIFA no momento.
John Textor reuniu-se com líderes do Atlanta e da MLS para buscar prazo de quitação da dívida, que envolve a venda de Almada. O episódio, ocorrido nos dois primeiros meses do ano, também envolveu cobranças de 30 milhões de dólares relacionadas à multa, metas e honorários contratuais.
Com o acordo, o Botafogo não fica impedido de registrar novos jogadores até a solução definitiva do caso. Caso não haja acordo, o Glorioso poderia enfrentar novas limitações de registro junto à FIFA.
A situação mostra o foco da SAF do Botafogo em manter fluxo de caixa estável, diante de disputas judiciais e débitos em contratações de jogadores ocorridas em 2025. O tema é acompanhado por dirigentes da MLS e do Atlanta como prioridade de evitar novos transtornos esportivos.
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