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CEO do São Paulo na era Casares é expulso do clube

Marcio Carlomagno é expulso do São Paulo por omissão em esquema de venda clandestina de camarotes da ex-esposa do presidente

Marcio Carlomagno foi o responsável pelo FIDC no Tricolor
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  • Marcio Carlomagno foi expulso do quadro associativo do São Paulo, após a decisão da Comissão Disciplinar, pouco mais de três meses depois de ter sido demitido como CEO.
  • A punição foi de caráter máximo por omissão diante de irregularidades na cessão do camarote 3A, que originalmente era da presidência e foi cedido à diretoria do futebol feminino durante show da cantora Shakira, em fevereiro de 2025.
  • A decisão foi tomada por três membros da comissão: José Eduardo Vuolo, Danilo Pavanello e Natanael Cabral; o ex-CEO pretende recorrer, e o recurso contará com os cinco membros da pasta.
  • A venda clandestina dos camarotes veio a público após promessas de pagamento de 400 mil reais para entregar conversas gravadas entre Mara Casares, Douglas Schwartzmann e Adriana Prado, tentando impedir reclamações sobre ingressos supostamente furtados.
  • Mara Casares precisou renunciar à presidência para evitar impeachment; Douglas Schwartzmann e Adriana Prado também são alvo de julgamento pela comissão.

O São Paulo anunciou a expulsão de Marcio Carlomagno do quadro associativo, ampliando a decisão tomada contra o ex-CEO da gestão Casares. A decisão foi publicada pela Comissão Disciplinar do clube.

A acusação contra Carlomagno era omissão diante de irregularidades na cessão do Camarote 3A, originalmente da presidência, que foi cedido à diretoria do futebol feminino. O episódio ocorreu durante o show de Shakira, em fevereiro de 2025.

A comissão, composta por José Eduardo Vuolo, Danilo Pavanello e Natanael Cabral, votou pela expulsão de Carlomagno. O ex-CEO pretende recorrer, e o recurso deverá ser julgado por todos os cinco membros da comissão.

A venda clandestina de camarotes ganhou manchete após promessas de pagamento feitas por dois conselheiros de oposição, Vinícius Pinotti e Fabio Mariz, a Rita de Cássia Adriana Prado, para obter conversas gravadas sobre o caso.

As gravações visariam descrever supostos desvios de ingressos vendidos de forma irregular. Mara Casares e Douglas Schwartzmann aparecem nas tratativas segundo as investigações. Ambos também podem ser julgados.

Mara Casares, então presidente do clube, renunciou ao cargo para evitar impeachment. Douglas Schwartzmann e Mara enfrentam julgamento, com potencial de expulsão. A direção atual não se manifestou sobre o andamento do processo.

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