- Fernando Diniz, novo técnico do Corinthians, foi apresentado no CT Joaquim Grava e defende construção de jogo com saída de bola, mas ressalta que isso não é a única característica de seus times.
- Ele citou Hugo Souza, afirmando que o goleiro pode evoluir jogando com os pés, comparando a situação à de Fábio no Fluminense, que evoluiu mesmo sem ser superior tecnicamente com os pés.
- Diniz quer recuperar Rodrigo Garro, acreditando ser possível elevar o argentino ao alto nível ao lado de Breno Bidon, dependendo de adaptação; não é certeza de dupla titularidade.
- Bidon é destacado como ativo importante, com atenção especial ao desenvolvimento de jovens como ele e André, além de mencionar interesse do Milan pelo volante.
- O treinador enfatiza que a essência de seus times é a vontade e a coragem dos jogadores, considerando a parte tática menos determinante que esse impulso.
O novo técnico do Corinthians, Fernando Diniz, foi apresentado nesta terça-feira, 7, no CT Joaquim Grava. Ele explicou que a saída de bola com troca de passes é parte de seus princípios, mas não uma regra fixa. A apresentação teve foco no funcionamento do elenco.
Diniz defendeu Hugo Souza, afirmando que os erros com os pés costumam ser superdimensionados. Em vez disso, o treinador disse que o goleiro tem um melhor aproveitamento com os pés do que o público imagina e que é preciso treinar para oferecer opções.
O comandante citou Fábio, ex-Fluminense, como exemplo de evolução com a bola nos pés, mesmo não jogando bem nesse aspecto no começo. A ideia é deixar Hugo confiante para decidir durante as partidas e evitar depender apenas do chute longo.
Sobre o elenco, Diniz ressaltou a recuperação de Rodrigo Garro após desempenho oscilante nos últimos meses. A intenção é que Garro possa atuar ao lado de Breno Bidon, mantendo a flexibilidade tática do grupo.
Bidon foi destacado como um ativo importante, com foco no aproveitamento dos jovens talentos. O treinador mencionou André e o interesse de clubes pelo volante como indicadores de evolução do elenco.
Diniz encerrou destacando a importância da vontade de jogar. Para ele, a coragem e o desejo dos jogadores pesam tanto quanto a parte tática, e isso é fundamental para o estilo que pretende implementar.
Elenco e jovens promessas
Garro e Bidon aparecem como peças-chave para o recomeço. A comissão técnica acompanha de perto a adaptação dos atletas, com metas de elevar rendimento individual e coletivo ao longo da temporada.
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