- Lazaroni contou que a ideia inicial foi espelhar Barracas Central, com linha de cinco (5-3-2), usando Matheus França e Nuno Moreira para flutuação, e fazendo substituições quando o jogo ficou mais aberto.
- Ele afirmou que todas as decisões, inclusive a escalação, foram definidas pelo técnico Renato Gaúcho, incluindo a titularidade de Matheus França, mesmo diante de críticas da torcida.
- O auxiliar disse que o Vasco produziu o suficiente para vencer, mas saiu com um gostinho amargo por não conquistar os três pontos.
- Barracas Central atuou em bloco médio e baixo, compacto, o que dificultou a circulação rápida da bola e faltou amplitude para o Vasco explorar jogadas em profundidade.
- Além do desempenho em campo, destacaram-se as condições climáticas — vento e chuva — e a participação de jovens da base, como Avellar e Zuccarello, que ganharam minutos. O próximo jogo é contra o Remo, em Belém, no sábado, às 16h30.
O Vasco enfrentou o Barracas Central pela estreia da Sul-Americana, na noite de terça-feira, 7 de abril de 2026, no estádio Florencio Sola, em Buenos Aires. O time brasileiro ainda não saiu com a vitória, apesar de ter criado espaço para vencer. O auxiliar técnico explicou que o planejamento inicial foi espelhar o adversário.
A ideia era começar com uma linha de cinco defensiva no 5-3-2, com Matheus França e Nuno Moreira tendo maior flutuação. As substituições solicitadas pelo técnico Renato Gaúcho seriam usadas conforme o andamento da partida. A escalação de Matheus França recebeu críticas de parte da torcida.
Bastidores
O auxiliar afirmou que todas as decisões, desde a formação até as mudanças, foram definidas pelo treinador Renato Gaúcho. Ele ressaltou que o contexto favorecia o Brasileirão naquela rodada da Sul-Americana, o que influenciou escolhas de elenco.
O relato também destacou que a equipe deixou o estádio com a sensação de que poderia ter vencido. Segundo o auxiliar, houve um equilíbrio entre preservar atletas que vinham de mais tempo sem jogar e a busca pela vitória.
Análise tática e desempenho
Lazaroni descreveu o Barracas Central como adversário bem postado, com bloco médio a baixo, compacto e ativo nas transições. A ausência de amplitude e de jogadas em profundidade foi apontada como dificuldade para achar espaços, levando a finalizações menos frequentes.
Mesmo com as dificuldades, o Vasco produziu oportunidades e mostrou frustração com o resultado. O treinador destacou também as condições climáticas, com vento e chuva, como fatores que atrapalharam o rendimento.
Sobre a participação da base, o técnico elogiou a presença de jovens como Avellar e Zuccarello, ressaltando que a atuação deles fortalece o trabalho nas categorias de base do clube.
Próximo jogo e informações adicionais
O Vasco volta a campo no sábado, em Belém, diante do Remo, às 16h30, no Mangueirão. A partida vale pela programação seguinte e manterá o foco do elenco em crescimento e recuperação de pontos na temporada.
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