- Csólyospálos venceu o Kiskunhalas por 50 a 1 no campeonato sub-19 do condado de Bács-Kiskun, na Hungria, com o adversário atuando com apenas nove jogadores.
- O Csólyospálos se recusou a sacar dois atletas para igualar a partida, resultando em massacre de bola.
- O comitê responsável (MLSZ) excluiu o Kiskunhalas do campeonato e anulou todos os resultados anteriores da equipe, deixando-a na última posição do Grupo Central sub-19.
- Para não prejudicar os jogadores, a organização abriu a possibilidade de transferências para outros clubes até três rodadas antes do fim da competição.
- Destaques do jogo: Zalán Magyar, 17 anos, marcou 12 gols no primeiro tempo; goleiro adversário Dominik Menyhárt fez duas vezes; o único gol do Kiskunhalas foi de Ádám Tislér aos 24 minutos do segundo tempo.
O Csólyospálos goleou o Kiskunhalas por 50 a 1 no campeonato sub-19 do condado de Bács-Kiskun, na Hungria. A partida ocorreu sob a organização da MLSZ, entidade que marcou o ritmo da rodada.
O time visitante entrou em campo com apenas nove jogadores, sem reservas, e não autorizou a dupla de jogadores para igualar a disputa. O placar monumental levou a federação a agir, com medidas drásticas em relação ao clube derrotado.
No campo, Zalán Magyar, atacante de 17 anos, marcou 12 gols no primeiro tempo e saiu no intervalo, quando o placar já apontava 25 a 0. O goleiro adversário Dominik Menyhárt anotou dois gols na etapa final.
A federação responsável pelo futebol juvenil da Hungria anunciou, nesta segunda-feira, a exclusão do Kiskunhalas do campeonato. Além disso, todos os resultados anteriores da equipe foram anulados, e o time foi recolocado na última posição do Grupo Central sub-19.
Para evitar prejuízos aos atletas, a MLSZ abriu a possibilidade de transferências livres para jogadores do Kiskunhalas até três rodadas antes do fim da competição, visando reduzir impactos sobre os jovens atletas envolvidos.
O único tento do Kiskunhalas foi marcado por Ádám Tislér aos 24 minutos do segundo tempo, já com o placar em 37 a 0. A organização justificou a decisão com base na recorrência de desfalques que comprometeram a participação mínima exigida pela categoria.
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