- Fortaleza avalia afastamento e possível rescisão contratual com o zagueiro Brítez após críticas ao CEO Pedro Martins e à SAF em entrevista à Jangadeiro, na quarta-feira, 9 de abril, após o Clássico-Rei.
- Brítez afirmou que “não é uma empresa, é um time de futebol” e direcionou a fala ao CEO e à SAF do clube.
- A direção citou que demissões de funcionários antigos e o distanciamento entre elenco e departamento de futebol teriam pesado na declaração.
- Uma reunião entre Brítez e a cúpula do Fortaleza está marcada para definir o futuro do capitão e principal jogador do elenco de Thiago Carpini.
- O episódio pode intensificar o uso de cobranças pela torcida, já que houve protestos no Pici após a derrota e a indefinição sobre Brítez.
O Fortaleza avalia a possibilidade de afastamento ou até mesmo da rescisão contratual do zagueiro Brítez. A decisão depende de uma avaliação interna após a declaração do jogador contra o CEO Pedro Martins e a SAF do clube.
Brítez disse, em entrevista à Jangadeiro, que o Fortaleza não é uma empresa, e sim um time de futebol. O posicionamento foi feito após o Clássico-Rei pela Copa do Nordeste e tem repercussão na relação com a diretoria e o elenco.
A fala pegou de surpresa a diretoria do Leão do Pici, que convocou Brítez para uma reunião com a cúpula. O encontro vai definir os próximos passos sobre o futuro do capitão do time.
A imprensa local informou que o desgaste envolve demissões de funcionários antigos e distanciamento entre elenco e departamento de futebol. Esses fatores pesariam na decisão sobre o jogador.
Estado atual e próximos passos
Segundo apuração, Brítez permanece à disposição do clube até a conclusão da reunião. A avaliação inclui o impacto na liderança do elenco e na identificação com a torcida, especialmente após o rebaixamento para a Série B.
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