- A Nike negocia, em regime de exclusividade, tornar-se fornecedora oficial de bolas para todas as competições de clubes masculinos da UEFA entre 2027 e 2031.
- O contrato substituiria o atual acordo com a Adidas, vigente há 25 anos, e afetaria a Champions League e demais competições da UEFA.
- A UC3, joint venture entre a UEFA e a European Club Association, informou o acordo nesta quinta-feira.
- Analistas apontam que a parceria pode ajudar a médio prazo, mas não resolveria sozinha os desafios financeiros da Nike, que enfrenta queda de vendas na China e falta de lançamentos inovadores.
- O negócio pode elevar o valor do acordo para mais de 40 milhões de euros por ano, conforme reportado pelo Financial Times, citando fonte familiarizada com o assunto; a audiência da Champions League é de cerca de 1,2 bilhão de pessoas.
A Nike está em negociações exclusivas para tornar-se a fornecedora oficial de bolas de todas as competições de clubes masculinos da UEFA a partir de 2027. O anúncio foi feito pela UC3, joint venture entre a UEFA e a European Club Association. O acordo substituiria a Adidas, responsável pelo fornecimento há 25 anos.
O contrato teria duração de 2027 a 2031 e envolve todas as competições de clubes masculinos da UEFA. A Adidas confirmou que não renovará o vínculo com a UEFA, destacando orgulho pela linha de bolas criada. A Nike ainda não comentou o assunto.
Analistas alertam que a assinatura não é garantia de solução imediata para a Nike, que enfrenta, entre outros problemas, queda de vendas na China e falta de lançamentos inovadores. O desempenho no curto prazo pode não mudar, mas há expectativa de impacto médio.
Detalhes do possível acordo
Segundo o Financial Times, o valor global do contrato poderia aproximar-se de 40 milhões de euros por ano, caso todas as competições sejam incluídas. A UC3 não divulgou números oficiais. A Champions League tem audiência estimada em 1,2 bilhão de pessoas, conforme relatório da UEFA.
A Nike já tem contrato para fornecer bolas à Federação Alemã de Futebol (DFB). A empresa busca reforçar presença em esportes tradicionais, conforme declaração do CEO Elliott Hill, nomeado em 2024. O objetivo é ampliar participação em mercados-chave.
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