- A Comissão de Ética do Corinthians aprovou por unanimidade um parecer indicando a expulsão de Andrés Sanchez do quadro de associados.
- O relatório aponta uso irregular do cartão corporativo para despesas pessoais, sem a devida prestação de contas, e foi produzido pelo presidente da comissão, Leonardo Pantaleão.
- O caso será encaminhado ao Conselho Deliberativo, que terá a palavra final; ainda não há data definida para a votação.
- O ambiente político no clube permanece tenso, com o afastamento do presidente da comissão, Romeu Tuma Júnior, em sessão convocada por Osmar Stabile.
- Além do âmbito esportivo, Andrés responde a processos no Ministério Público, incluindo denúncias de apropriação indébita; em ações relacionadas, o ex-presidente Duílio Monteiro Alves também é réu, enquanto Augusto Melo teve investigação arquivada.
A Comissão de Ética do Corinthians aprovou, de forma unânime, um parecer que recomenda a expulsão de Andrés Sanchez do quadro de associados. A medida parte de investigações sobre uso irregular do cartão corporativo do clube.
O relatório, elaborado pelo presidente da comissão, Leonardo Pantaleão, com base na conclusão da Comissão de Justiça, aponta uso de recursos do clube para despesas pessoais sem a devida prestação de contas.
O caso segue para o Conselho Deliberativo, responsável pela decisão final. Ainda não há data definida para a votação, que pode manter ou alterar a recomendação.
Contexto político no clube
O processo acontece em meio a um impasse institucional após o afastamento do presidente do órgão responsável, Romeu Tuma Júnior, em sessão convocada por Osmar Stabile.
Aspectos judiciais envolvendo Andrés Sanchez
Paralelamente, Andrés responde a processos na Justiça comum, com investigações movidas pelo Ministério Público relacionadas ao uso do cartão corporativo.
Um dos processos acusa apropriação indébita. Em outra ação, a Justiça rejeitou, em primeira instância, acusações de lavagem de dinheiro e crimes tributários.
Outros nomes da antiga gestão
A investigação também envolve o ex-presidente Duílio Monteiro Alves, que se tornou réu por apropriação indébita. Já Augusto Melo teve a apuração arquivada por falta de indícios no período analisado.
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