- O Corinthians recebeu da CBF um posicionamento de que o lance entre Flaco López e Breno Bidon não configura agressão; árbitro não expulsou e o VAR não pediu revisão.
- O clube discordou da decisão e afirmou que vai cobrar explicação formal da CBF e da comissão de arbitragem.
- O comentário foi feito um dia após o Corinthians confirmar que participaria de reunião da CBF sobre arbitragem para entender o motivo da decisão.
- No STJD, Corinthians e Palmeiras foram denunciados por conflitos generalizados no clássico do Campeonato Brasileiro, com diferentes punições previstas para jogadores e membros envolvidos.
- Entre as denúncias estão expulsões, multas e suspensões para atletas como André, Matheuzinho, Breno Bidon, Hugo Souza, Luiz Fernando do Santos, além de desordem envolvendo os clubes.
Na reta final do dérbi, o Corinthians contestou a avaliação da CBF sobre um lance envolvendo Flaco López e Breno Bidon. A jogada ocorreu com o Palmeiras pressionando para marcar, mas o árbitro não expulsou o atacante e o VAR não pediu nova revisão.
Segundo a CBF, o lance não configura agressão, conforme a leitura da equipe de arbitragem. O Corinthians discordou da decisão e do posicionamento da entidade, afirmando ser necessário entender o que levou à conclusão.
Um dia antes, o clube já havia indicado que participaria de reunião para cobrar explicações à CBF e à comissão de arbitragem sobre o ocorrido. O mandatário Marcelo Paz informou que buscas por esclarecimentos seriam feitas com firmeza, mesmo mantendo o tom respeitoso.
STJD: denúncias relacionadas ao clássico
A audiência no STJD inclui acusações contra o Corinthians por desordem no estádio, atraso de jogo, injúria racial e tumulto, envolvendo artigos 213, 243-G e 257, com possível multa e perda de mando de campo. Também há denúncia contra o Palmeiras por participação em tumulto (artigo 257) com pena atrelada a multas e suspensões.
Entre os denunciados, André aparece com expulsão após gesto obsceno (artigo 258) e Matheuzinho, por agressão física (artigo 254-A), com penas previstas na faixa de uma a doze partidas. Breno Bidon é citado por ato desleal ou hostil (artigo 250), com suspensão de 1 a 3 jogos.
Hugo Souza é acusado de ofensa à honra da arbitragem (artigo 243-F) e pode receber multa de até R$ 100 mil, além de suspensão de até seis partidas. Luiz Fernando do Santos, envolvido em tumulto pós-jogo (artigo 257), pode ser punido com 2 a 10 partidas.
Essa tramitação, ainda em andamento, envolve medidas preventivas e possíveis sanções que variam conforme cada artigo. O desfecho dependerá das decisões dos técnicos e da análise jurídica dos fatos ocorridos durante o clássico.
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