- Grupo de conselheiros e sócios protocolou no Conselho Deliberativo pedido de impeachment do presidente Osmar Stabile do Corinthians.
- A peça alega violações ao Estatuto do clube relacionadas à regularização de débitos com a União.
- A principal controvérsia envolve acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional para quitar dívida de R$ 1,2 bilhão, com o Parque São Jorge como garantia.
- O acordo prevê 20 parcelas para débitos não previdenciários e 60 para os previdenciários, com perspectiva de quitação em até dez anos, resultando em cerca de R$ 679 milhões após descontos.
- Em soma, débitos não previdenciários somam R$ 1 bilhão, previdenciários R$ 200 milhões e FGTS R$ 15 milhões.
Integrantes do conselho do Corinthians e sócios protocolaram no Conselho Deliberativo do clube um pedido de impeachment contra o presidente Osmar Stábile. A ação sustenta violações ao Estatuto ao tratar da regularização de débitos com a União. A informação foi divulgada pelo ge.
O documento protocolado aponta decisões da gestão que justificariam o afastamento. A peça central envolve um acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, visando quitar débito com a União.
A paralisação do acordo teria incluído o Parque São Jorge como garantia na negociação com a PGFN. O pedido descreve falhas na aplicação de regras estatutárias nesse processo. Também há detalhamento sobre o montante da dívida.
Detalhes do acordo com a PGFN
Segundo o texto, o acordo prevê 20 prestações mensais para débitos não previdenciários e 60 para os previdenciários, com projeção de quitação em até 10 anos.
Os débitos não previdenciários somam cerca de R$ 1 bilhão, os previdenciários R$ 200 milhões e R$ 15 milhões referem-se ao FGTS. Com descontos, o valor final ficaria em torno de R$ 679 milhões.
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