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Sócios e conselheiros do Corinthians protocolam impeachment de Osmar Stabile

Grupo de sócios e conselheiros solicita impeachment de Osmar Stabile, apontando violações estatutárias ligadas ao acordo com a PGFN para quitar dívida de R$ 1,2 bilhão

Osmar Stabile, presidente do Corinthians — Foto: Marcos Ribolli
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  • Sócios e conselheiros do Corinthians protocolaram no Conselho Deliberativo um pedido de impeachment contra o presidente Osmar Stabile, solicitando o afastamento imediato.
  • O documento aponta supostas violações ao Estatuto Social do clube e à legislação vigente.
  • O principal ponto envolve um acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional para regularizar débito estimado em 1,2 bilhão de reais, com o Parque São Jorge utilizado como garantia; a sede está avaliada em 602,2 milhões.
  • A dívida seria quitada em 120 prestações para débitos não previdenciários e 60 para previdenciários, com desconto de 46,6% e valor final de 679 milhões em dinheiro.
  • O grupo também questiona falta de transparência, cumprimento de requerimentos administrativos e questões ligadas à manutenção da Neo Química Arena, distribuição de ingressos e contratação de empresa de segurança, além de mencionar possível caso de funcionários fantasmas.

Um grupo de sócios e conselheiros protocolou no Conselho Deliberativo do Corinthians um pedido de impeachment contra o presidente Osmar Stabile. A ação pede o afastamento imediato do mandatário, com base em supostas violações ao Estatuto Social e à legislação vigente.

O requerimento aponta irregularidades em acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) para regularizar débito estimado em 1,2 bilhão. Segundo o texto, o clube usou o Parque São Jorge como garantia, incluindo a sede social avaliada em 602,2 milhões.

A proposta prevê 120 prestações mensais para débitos não previdenciários e 60 para os previdenciários, com quitação em cerca de 10 anos. A negociação teria reduzido, de forma significativa, o valor a ser pago, conforme detalhado no documento.

Os signatários sustentam que a decisão foi tomada sem cumprir exigências estatutárias e pode caracterizar desoneração patrimonial. Também citam falta de transparência da gestão e violações administrativas, como manutenção da Neo Química Arena, distribuição de ingressos, credenciais e contratação de empresa de segurança armada.

O material menciona ainda a fala de Stabile à reportagem do ge, no início de abril, sobre funcionários fantasmas no clube. O grupo cobra investigações e punições aos responsáveis pela contratação e pela manutenção desses colaboradores, bem como pelos impactos no patrimônio.

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