- O presidente da FIFA, Gianni Infantino, afirmou que o Irã vai jogar na Copa do Mundo, mesmo com a guerra em curso, para “com certeza”.
- Infantino disse que o esporte deve construir pontes e ficar fora da política, destacando a importância da participação do Irã.
- O Irã havia ficado em dúvida após ataques aéreos dos EUA e de Israel em 28 de fevereiro, mas Infantino manteve a posição de que a equipe deve competir.
- O presidente da FIFA afirmou ter ficado impressionado com o time iraniano após reunião com a seleção, em Antalya, na Turquia, há duas semanas.
- A Copa do Mundo será coorganizada pelos Estados Unidos, Canadá e México; o Irã disputará dois jogos da fase de grupos nos EUA, em Inglewood e em Seattle.
Gianni Infantino assegurou que o Irã vai disputar a Copa do Mundo, mesmo diante do conflito em curso no Oriente Médio. Em um fórum de investimentos da CNBC, o presidente da FIFA afirmou que a participação do Irã é essencial e deve ocorrer conforme o calendário. A declaração ocorreu enquanto cresce a tensão regional.
O dirigente relatou ter conversado com a seleção iraniana em Antalya, na Turquia, há cerca de duas semanas, e disse que a equipe é forte e tem desejo de competir. A FIFA defende que o esporte deve ficar à margem da política, embora reconheça dificuldades para separar os temas.
A Copa terá o Irã como coanfitrião, ao lado dos EUA, Canadá e México. O cronograma prevê duas partidas da fase de grupos em território americano: em Inglewood e em Seattle. A participação do Irã havia sido chamada em dúvida após ataques aéreos no país em 28 de fevereiro, com mensagens contraditórias entre autoridades e dirigentes do futebol.
Contexto internacional
Estados Unidos, em conjunto com Canadá e México, organiza o evento. O atual cenário de guerra na região elevou preocupações sobre a segurança dos atletas e das equipes. A posição de Washington e de outras nações envolve avaliações de riscos para o torneio.
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