- A Fifa enfrenta críticas sobre os preços de ingressos da última fase de venda, com o ticket mais caro da final chegando a US$ 10.990 (R$ 54,9 mil) e o inicial em US$ 6.370 (R$ 31,8 mil).
- No começo dessa fase, os ingressos mais baratos ficavam em torno de R$ 2 mil, para o jogo Curaçao x Costa do Marfim.
- A Fifa criou uma categoria de ingressos de 60 dólares para torcedores mais fiéis, válida para todos os jogos, incluindo a final.
- Infantino disse que a principal fonte de receita da Fifa é a Copa do Mundo, que ocorre em um mês a cada quatro anos, gerando recursos que são usados nos outros 47 meses.
- A entidade explicou que utiliza o preço dinâmico e aposta no maior poder aquisitivo dos americanos, mantendo o objetivo de reinvestir a receita na organização do futebol em vários países.
A FIFA defende os preços dos ingressos da Copa do Mundo disputada nos Estados Unidos, em Washington, e afirma que a receita relevante é gerada em apenas um mês. Os valores variaram bastante: o ingresso mais caro da final chegou a US$ 10.990, contra US$ 6.370 no início das vendas.
No começo da última etapa de venda, iniciada em abril, havia menos jogos disponíveis, mas com preço elevado. O ingresso mais barato ficava próximo de R$ 2 mil para a partida Curaçao x Costa do Marfim.
Ingressos para torcedores fiéis
Questionado sobre críticas, o presidente Gianni Infantino citou uma categoria de ingressos de 60 dólares destinada a torcedores mais fiéis, com validade para todos os jogos do torneio. Também há opções mais caras, como camarotes na final.
Modelo de precificação e receita
Infantino afirmou que a FIFA foca na venda durante a Copa, ressaltando que o evento é a principal fonte de receita da entidade. A Copa acontece apenas um mês a cada quatro anos, o que concentra o faturamento nesse período.
Contexto de preço e público-alvo
A entidade utiliza o chamado “preço dinâmico” e aposta no maior poder aquisitivo dos norte-americanos para precificar ingressos. A estratégia busca equilibrar disponibilidade com demanda elevada para jogos do torneio.
Finanças da FIFA e reinvestimento
O presidente ainda lembrou que, embora haja geração de bilhões com a Copa, a FIFA opera como uma organização sem fins lucrativos. Segundo ele, toda a receita é reinvestida no futebol em 211 países.
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