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O que foi dito a jogadores e dirigentes do Fluminense em protesto no CT

Torcedores organizados cobram adiamento do clássico, melhoria de rendimento e explicações do elenco no CT, enquanto Fluminense busca recuperação ante o Santos

Torcedores do Fluminense protestam no CT Carlos Castilho — Foto: Reprodução
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  • Cerca de 45 torcedores organizados protestaram no CT Carlos Castilho do Fluminense, cobrando melhora de desempenho e adiamento do clássico contra o Flamengo.
  • Jogadores ouviram as cobranças na entrada do CT; Guga recebeu críticas por alegadas falhas no momento de definir e reconheceu o erro em entrevista recente.
  • Freytes também foi alvo de críticas, incluindo a repercussão de uma postura da esposa dele em relação ao Independiente Rivadavia; ele reforçou o comprometimento com o clube.
  • Canobbio e Samuel Xavier foram os mais verbais, negando qualquer tipo de “corpo mole” e explicando a reação aos árbitros após a derrota na Libertadores.
  • O grupo também questionou decisões de arbitragem e cobrou da CBF respostas, sem apontar problemas internos no elenco; o Fluminense encara o Santos no domingo, às 16h, na Vila Belmiro.

Cerca de 45 torcedores organizados protestaram no Centro de Treinamento Carlos Castilho do Fluminense na última quinta-feira. O motivo foi a sequência sem vitórias, com derrota para o Independiente Rivadavia pela Libertadores e o adiamento do clássico contra o Flamengo. O grupo cobrou resultados e apontou falhas no rendimento da equipe.

Os jogadores receberam as cobranças na entrada do CT. Guga desceu do carro para ouvir as demandas das torcidas, inclusive sobre a entrevista após a derrota na Libertadores. A cobrança também reforçou a necessidade de melhoria de desempenho no elenco.

Freytes foi um dos mais pressionados, incluindo críticas sobre a postagem da esposa dele que gerou reação entre torcedores rivais. O zagueiro ouviu pedidos de explicações sobre o momento da equipe e manteve o compromisso com o Flu.

Jemmes também foi alvo de críticas; houve comparação com equipes menores e comentários de que o Fluminense precisa subir o ritmo. Cano recebeu elogios em meio a cobranças, com direcionamento para cobrar os companheiros por melhores resultados.

Canobbio e Samuel Xavier responderam com veemência, negando qualquer descompromisso. O uruguaio explicou que não quis se pronunciar antes por evitar punição da Conmebol, ressaltando que a irritação era com a arbitragem, não com a estrutura interna do time.

Os protestos também trataram de erros de arbitragem e da cobrança à CBF por episódios recentes. Questionaram o comportamento emocional do time após sofrer gols e negaram a existência de tratativas internas chamadas de “panelas”.

O Fluminense não vence há quatro jogos e ocupa a terceira posição no Grupo C da Libertadores, com quatro partidas restantes, duas fora. A equipe volta a campo neste domingo, contra o Santos, às 16h, na Vila Belmiro, buscando a recuperação.

Pontos apresentados pelos torcedores

O grupo pediu explicações sobre planejamento estratégico, cobrança por resultados imediatos e manutenção de elenco sem atritos internos. A resposta dos dirigentes ficou centrada em metas de recuperação e reforços, sem anúncio de mudanças abruptas.

A direção do Fluminense afirmou que vai monitorar o aproveitamento técnico e emocional do elenco. O clube destacou a importância de manter a confiança na comissão técnica para retomar a classificação.

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