- Crise no São Paulo escalam à véspera da estreia na Copa do Brasil, com Roger Machado substituindo Hernán Crespo e Rui Costa no centro da mudança.
- Membros da principal torcida organizada pedem a demissão de Rui Costa ao presidente Harry Massis.
- Roger Machado chegou com rejeição da torcida, enquanto Rui Costa perde prestígio e o ex-treinador demitido é cobrado injustamente.
- O São Paulo estreia na Copa do Brasil contra o Juventude, buscando vitórias no Morumbi para ganhar fôlego na temporada.
- Massis herdou o cargo com promessa de terminar o ano e pode tentar reeleição; a decisão sobre manter ou demitir Rui Costa está em aberto.
A crise que envolve o São Paulo chegou à diretoria na véspera da estreia na Copa do Brasil. Hernán Crespo foi demitido por falta de ambição, e Roger Machado assumiu com a missão de terminar a temporada com algum título. Rui Costa, apontado como responsável pela mudança da comissão técnica, ficou no centro da turbulência.
Na manhã de ontem, membros da principal torcida organizada do clube foram à porta do Centro de Treinamento para cobrar a demissão de Rui Costa do cargo, pressionando o presidente Harry Massis. A receptividade da torcida à troca na comissão técnica ficou negativa, e Rui Costa passou a enfrentar resistência mesmo dentro do elenco.
Roger Machado chegou ao São Paulo com rejeição significativa, pois a maioria do torcedor já apoiava Crespo. A cobrança ao treinador aumentou após a mudança, com avaliações centradas no desempenho recente. Enquanto isso, Rui Costa também enfrenta críticas da torcida, que aponta o chefe como o principal alvo.
Contexto da crise na diretoria
O São Paulo estreia na Copa do Brasil nesta terça-feira contra o Juventude, no Morumbi. Roger Machado e Rui Costa precisam de vitória para amenizar a pressão e ganhar fôlego para um confronto decisivo no fim de semana contra o Mirassol. A vitória é vista como determinante para manter a recuperação em curso.
O presidente Harry Massis herdou o cargo de Julio Casares com promessa de cumprir o mandato até o fim do ano, quando haverão eleições. Contudo, Massis já indica possibilidade de candidatar-se novamente, o que aumenta o cenário de especulações sobre o futuro da gestão. A diretoria encara a pressão como um teste de continuidade ou mudança de projetos.
Entre na conversa da comunidade