- Edilberto Melo de Oliveira, conhecido como Edil Highlander, é lenda do futebol paraense que atuou no Paysandu, Remo, Castanhal e Vasco (1991–1992).
- O atacante ganhou o apelido Highlander e carrega uma espada na apresentação da sua coleção de troféus; o apelido veio de uma comemoração na estreia pelo Cascavel Esporte Clube em 2000.
- Edil afirma ter mil gols na carreira, sendo um dos quatro no Brasil nesse feito, ao lado de Pelé, Romário e Túlio Maravilha.
- Em Belém, o ge visitou o ex-jogador na véspera do jogo Paysandu x Vasco pela Copa do Brasil; ele diz ter coração dividido entre os três clubes e a esposa Patra.
- Ele também revelou que recusaria R$ 1 milhão pela bola do milésimo gol da carreira.
Edil Highlander é reconhecido como uma lenda do futebol paraense. O atacante atuou no Vasco entre 1991 e 1992 e soma mais de 1.000 gols na carreira, conforme registros da imprensa regional.
No Paysandu, ele era conhecido como Edil Carrasco; no Remo, Edil Braddock; e no Castanhal ficou marcado como Edil Highlander. A trajetória inclui passagens por outras equipes do Norte e Nordeste e experiência em Libertadores.
O registro de mil gols é motivo de orgulho para o jogador, que costuma citar apenas três nomes no Brasil nessa marca histórica: Pelé, Romário, Túlio Maravilha.
Mesmo com o coração dividido entre Paysandu, Remo e Vasco, Edil costuma afirmar publicamente seu carinho por todos os clubes. O parceiro e a esposa, Patra, acompanham a carreira desde o começo.
A visita do Ge ocorreu em Belém, no Pará, na véspera do jogo entre Paysandu e Vasco pela Copa do Brasil. A partida acontece na terça-feira, às 21h30, pela quinta fase da competição.
A história de Edil Highlander inclui passagens pelo futebol venezuelano, onde foi artilheiro e bicampeão, além de atuações em Portugal e outros estados do Brasil. Há registro de atuação na Libertadores por equipes locais.
O apelido Highlander ganhou destaque após uma estreia marcante no Cascavel, em 2000. Em jogo de vitória por 3 a 2, Edil marcou dois gols e simulou cortes com uma espada, em homenagem ao personagem.
A curiosidade permanece na coleção de troféus do jogador, que exibe a espada gigante ao lado dos títulos. A imagem tornou-se símbolo de sua identificação com o apelido ao longo da carreira.
Durante a entrevista, Edil comentou a brincadeira de comemoração com repórteres, dizendo que, em uma ocasião, apenas um colega caiu ao ser desafiado a imitá-la. O tom foi descontraído, sem maldade.
Ao final, o ex-jogador recusou não responder sobre quem torceria entre Paysandu e Vasco, mantendo o estilo cordial e bem-humorado. A resposta reforçou o clima de boa convivência entre as torcidas.
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