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Telê Santana é lembrado há 20 anos como ícone do futebol-arte

Completa-se vinte anos da morte de Telê Santana, mestre do futebol-arte, cujo legado persiste no São Paulo, na Seleção e em títulos internacionais

Telê Santana comandou o São Paulo que conquistou o título mundial de 1992 — Foto: Divulgação | São Paulo F.C.
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  • Telê Santana morreu em 21 de abril de 2006, aos 74 anos, completando 20 anos desde o falecimento.
  • Como jogador, foi ídolo do Fluminense (559 jogos, 164 gols) e ganhou o Carioca de 1951 e 1959, além da Copa Rio de 1952.
  • Como treinador, passou por Fluminense, Atlético-MG, Grêmio e São Paulo, conquistando Libertadores e Mundiais pelo São Paulo (1992 e 1993; Mundiais em 1992 e 1993).
  • Foi técnico da seleção brasileira em duas Copas do Mundo (1982 e 1986), sendo lembrado pelo futebol-arte na Espanha-1982.
  • Em 2023 ganhou estátua no Morumbi; em 2022 o Ge o apontou como o maior técnico da história do Brasil.

Telê Santana, referência do futebol brasileiro, completará 20 anos de falecimento no dia 21 de abril. O ex-técnico, que passou por clubes como Fluminense, Atlético-MG, Grêmio e São Paulo, conquistou reconhecimento internacional pela 派 da seleção brasileira nas Copas de 1982 e 1986. A data é marcada pela memória de um futebol considerado arte.

O ex-jogador começou no Fluminense, onde ganhou o apelido Fio de Esperança. Como atleta, atuou em outras equipes e recebeu o prêmio Belfort Duarte, por longa trajetória sem expulsões. No Fluminense, ele também iniciou a carreira de treinador, com destaque para o Carioca de 1969 e a base da Taça de Prata de 1970.

Trajetória como técnico e títulos nacionais

Telê assumiu o Atlético-MG em 1970, conquistando o primeiro Campeonato Brasileiro do clube, em 1971, no formato da CBD. Em Grêmio, conquistou o Gaúcho de 1977 e devolveu o título ao clube no ano seguinte. A passagem pelos grandes estaduais consolidou seu estilo vencedor no cenário brasileiro.

Seleção brasileira e o futebol-arte

Em 1980, foi escolhido para treinar a seleção brasileira, levando o time ao Mundial de 1982, conhecido pelo futebol-arte com nomes como Sócrates, Zico e Falcão. Apesar de não vencer o título, a equipe deixou influência duradoura. Em 1986, voltou à seleção, encerrando a passagem em pênaltis contra a França.

Renascimento no São Paulo e legado

Em 1990, aceitou o desafio de liderar o São Paulo, época de transição que se transformou em uma era vitoriosa. Entre 1991 e 1993, foram 10 títulos, incluindo Libertadores e Mundiais de Clubes. Telê ficou marcado como o técnico mais vitorioso da história do Tricolor.

Últimos anos e memória

Em 1996, foi internado por um problema cardíaco e afastou-se do cargo. Embora tenha tentado retornar ao Palmeiras, a health não permitiu. Em 2023, o Morumbi ergueu uma estátua em sua homenagem, reforçando o reconhecimento pela contribuição ao futebol brasileiro.

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