- O Tribunal Supremo da Espanha confirmou a absolvição de Neymar por supostas irregularidades na transferência dele para o Barcelona em 2013.
- A defesa segue sem indícios de corrupção, nem pelo jogador, nem por seus representantes, nem pelo Barcelona, conforme nota oficial.
- A transferência foi anunciada por € 57 milhões, valor hoje equivalente a mais de R$ 330 milhões; a empresa brasileira que detinha 40% dos direitos alegava que o valor foi dévoitado, mas não houve crime comprovado.
- A Justiça não considerou crime a cobrança de suposta exclusividade assinada entre Neymar e o Barcelona em 2011; afirmou que a decisão se deve a uma medida esportiva do clube.
- Neymar e o pai prestaram depoimento em 2022; o Ministério Público espanhol retirou as acusações, e não cabem mais recursos; outros absolvidos foram dois ex-presidentes do Barcelona e um ex-dirigente do Santos.
O Supremo Tribunal da Espanha confirmou a absolvição de Neymar da Silva Santos Júnior no caso de supostas irregularidades na transferência do jogador para o Barcelona, em 2013. A decisão trata de acusações de fraude e corrupção e foi divulgada nesta quarta-feira (22).
A corte manteve a decisão já tomada pela Justiça de Barcelona, há quase quatro anos, encerrando o processo sem novas etapas recursais. O veredito sustenta que não houve corrupção nas negociações nem por Neymar, seus representantes ou o clube espanhol.
A nota oficial afirma que “não houve corrupção nas negociações comerciais” envolvendo Neymar, o Barcelona e seus representantes. O valor divulgado à época foi de € 57 milhões, com a controvérsia de que uma empresa brasileira detinha 40% dos direitos econômicos.
A empresa brasileira questionou ainda a possível existência de um contrato de exclusividade assinado por Neymar com o Barcelona em 2011, o que, segundo os acusadores, prejudicaria a livre concorrência. A Justiça brasileira não considerou isso crime.
Neymar e o pai prestaram depoimento em 2022, negando as acusações de corrupção e fraude. O Ministério Público espanhol retirou as acusações após as declarações. A decisão atual não admite recurso.
Além de Neymar e seu pai, foram absolvidos dois ex-presidentes do Barcelona e um ex-dirigente do Santos. A defesa não fez manifestações públicas sobre o desfecho.
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