- O Chelsea já gastou mais de R$ 1 bilhão com demissões de técnicos.
- No histórico, Antonio Conte, em 2018, saiu por R$ 177 milhões; José Mourinho teve duas saídas: R$ 158 milhões em 2007 e R$ 52 milhões em 2015.
- Sob a gestão atual da BlueCo e de Todd Boehly, as trocas somaram R$ 453 milhões em dois anos, incluindo: Tuchel, com R$ 102 milhões, e Potter, com R$ 89 milhões.
- Mauricio Pochettino, em 2024, recebeu R$ 68 milhões para encerrar o vínculo.
- O auxiliar Calum McFarlane assume interinamente até o fim da temporada; a diretoria analisa nomes para junho, entre eles Andoni Iraola e Edin Terzic.
O Chelsea tem registrado um histórico de dispensas de técnicos com altos valores de saída. Sob nova gestão da BlueCo e de Todd Boehly, as mudanças de comando chegaram a números bilionários em reais nos últimos dois anos. A temporada atual acompanha esse movimento, com o técnico interino até o fim do campeonato.
Segundo levantamento, o clube gastou cerca de 453 milhões de reais com demissões entre 2022 e 2024. Entre os casos mais emblemáticos estão as indenizações de treinadores que passaram pelo clube desde a aquisição do time.
Histórico de rescissões milionárias
O episódio mais impactante ocorreu em 2018, com Antonio Conte, cuja saída gerou cerca de 177 milhões de reais em compensação e custos legais. Em 2007, José Mourinho recebeu 158 milhões, na primeira passagem, e na segunda, em 2015, recebeu 52 milhões.
Entre os custos recentes, aparecem nomes de alto peso no mercado. Thomas Tuchel recebeu 102 milhões de reais. Graham Potter, em 2023, teve direito a 89 milhões por menos de sete meses no cargo. Mauricio Pochettino, em 2024, acertou 68 milhões para encerrar o vínculo.
O futuro em Stamford Bridge
Calum McFarlane assumiu o cargo interinamente até o fim da temporada. A imprensa britânica informa que a diretoria analisa nomes para junho. Entre os favoritos estão Andoni Iraola, vindo do Bournemouth, e Edin Terzic, finalista da Champions League pelo Borussia Dortmund.
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