- Um alto enviado dos Estados Unidos, Paolo Zampolli, disse ter sugerido a Donald Trump e ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, que a Itália substituísse o Irã na Copa do Mundo para melhorar as relações com a primeira-ministra Giorgia Meloni.
- A proposta visava inserir a Itália, tetracampeã, no torneio que ocorre nos Estados Unidos, Canadá e México de 11 de junho a 19 de julho.
- A decisão sobre a substituição cabe à Fifa; como alternativa, a imprensa aponta os Emirados Árabes Unidos, mas ainda não há confirmação.
- A Itália não se classificou para o Mundial pela terceira vez consecutiva; o Irã garantiu vaga e pediu a transferência das partidas da fase de grupos para o México devido à guerra.
- Casa Branca, Fifa, Federação Italiana de Futebol (FIGC) e Federação de Futebol do Irã (FFIRI) não comentaram as declarações.
Proposta relatada pelo Financial Times nesta quarta-feira afirma que um alto enviado de Donald Trump pediu à Fifa para substituir o Irã pela Itália na Copa do Mundo. A ideia visa melhorar as relações entre o presidente dos EUA e a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, após atritos envolvendo o Papa.
O envio norte-americano, identificado como Paolo Zampolli, alegou ser italiano de origem e afirmou que ver a Itália na Copa, sediada nos EUA, Canadá e México, seria um sonho. A justificativa é o histórico de quatro títulos da Azzurra.
A Fifa, a Federação Italiana de Futebol, a Federação Irã e a Casa Branca não comentaram as declarações. A Copa acontece de 11 de junho a 19 de julho, em três países, com participação italiana já definida pela não classificação nos últimos quatro anos.
Contexto da competição e cenários
A Itália busca a classificação pela quarta vez consecutiva e não alcançou o objetivo nesta temporada. O Irã garantiu vaga no ano anterior e pediu, em situação de guerra, que as partidas da fase de grupos dos EUA fossem transferidas para o México. A ideia de substituição depende de decisão da Fifa.
Até o momento, não houve confirmação de que a mudança ocorrerá, e as autoridades das entidades envolvidas permanecem sem se posicionar. O debate sobre substituição polariza avaliações e envolve questões esportivas e diplomáticas.
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