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Luciano segue referência mesmo com mudanças de técnicos no São Paulo

Luciano permanece referência do São Paulo em meio à crise, mantendo estabilidade e influência decisiva mesmo com as constantes trocas de técnicos

Luciano comemorando gol com a camisa do São Paulo (Foto: Renato Padalka/Ekobanpress/Gazeta Press)
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  • Luciano tem sido ponto de estabilidade no São Paulo, mesmo com mudanças de técnicos.
  • Sob Fernando Diniz, seu auge em eficiência: 17 gols e 7 assistências em 32 jogos, participação de um gol a cada 106 minutos e 63% de conversão de grandes chances.
  • Com Rogério Ceni, em 84 partidas, teve 33 participações diretas e média de 162 minutos para cada participação em gol.
  • Sob Dorival Júnior e Thiago Carpini, números se mantiveram estáveis até uma queda com Carpini: 4 gols em 18 jogos e 280 minutos por participação.
  • No recorte recente com Roger Machado, o desempenho reagiu rapidamente: 4 gols em 9 jogos, média de 166 minutos para participação em gol e 100% de conversão nas grandes chances; em setenta partidas são 18 gols e 8 assistências, com média de 182 minutos por gol.

Luciano tem se mostrado ponto de estabilidade no São Paulo, mesmo com oscilações no time e mudanças de treinador nos últimos anos. O camisa 10 tem apresentado participação expressiva de gols e assistências ao longo de diferentes ciclos técnicos.

Sob Fernando Diniz, registrou 17 gols e 7 assistências em 32 jogos, com participação a cada 106 minutos e 63% de conversão de grandes chances. Esse período ficou marcado pelo auge ofensivo do jogador no elenco.

Com Rogério Ceni, em 84 partidas, somou 33 participações diretas e teve média de 162 minutos por participação em gol, mantendo influência ofensiva mesmo em um cenário de mudanças.

Dorival Júnior manteve a consistência, com médias próximas de 170 a 180 minutos por participação em gol, apesar de variações no rendimento coletivo da equipe. Thiago Carpini trouxe uma queda de rendimento, com 4 gols em 18 jogos.

Desempenho sob diferentes técnicos

Sob Luis Zubeldía, Luciano voltou a ter números mais competitivos: 21 gols, 5 assistências em 70 jogos, com 52% de aproveitamento nas grandes chances. Com Crespo, os dados variaram conforme o contexto da equipe.

No recorte mais recente, com Roger Machado, houve resposta imediata: 4 gols em 9 jogos, média de 166 minutos por participação em gol e 100% de conversão nas grandes chances. O jogador figura como referência em meio à cobrança interna.

Ao todo, Luciano disputou 70 partidas sob o elenco atual, com 18 gols e 8 assistências, mantendo média de 182 minutos para participação de gol e melhor aproveitamento em momentos decisivos. Ele continua sendo, dentro de campo, um dos poucos pontos estáveis do São Paulo.

No ambiente externo, a pressão cresce: diretoria e comissão técnica são alvo de críticas, enquanto o torcedor segue cantando o nome do camisa 10. Em meio a mudanças, o jogador permanece como referência técnica e de liderança do elenco.

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