- O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, comentou, durante o CBC & Clubes Expo em Campinas, sobre o momento das SAFs no Rio de Janeiro, destacando casos do Vasco e do Botafogo.
- No Vasco, Marcos Lamacchia, enteado de Leila Pereira, negocia a compra de 90% da SAF por cerca de R$ 2 bilhões, levantando debates sobre conflitos de interesse e limites regulatórios no futebol.
- Baptista questionou a viabilidade de estruturas em que alguém tenha participação em dois clubes, citando a legislação brasileira como vedação prática de casos desse tipo.
- No Botafogo, a SAF enfrenta crise financeira e jurídica, com pedido de recuperação judicial protocolado em 22 de abril no TJ do Rio de Janeiro.
- Em 23 de abril, decisão arbitral ligada à Fundação Getulio Vargas afastou o empresário John Textor do comando da SAF alvinegra, de forma automática e imediata.
Luiz Eduardo Baptista, presidente do Flamengo, comentou o momento das SAFs no Rio de Janeiro durante o CBC & Clubes Expo, em Campinas, na quinta-feira (23/4). O relato aborda dois casos de destaque: o Vasco da Gama, em negociação bilionária, e o Botafogo, envolvido em crise institucional e recuperação judicial. A fala foca na forma de condução dos clubes e nos riscos de estruturas cruzadas.
No caso do Vasco, o empresário Marcos Lamacchia, enteado de Leila Pereira, negocia a compra de 90% da SAF vascaína por cerca de R$ 2 bilhões. Baptista questionou a viabilidade de modelos onde um grupo controla mais de um clube, citando normas regulatórias e potenciais conflitos de interesse com o Palmeiras, presidido pela madrasta do interessado.
Já sobre o Botafogo, o clube protocolou recuperação judicial no TJ-RJ para reorganizar dívidas. Além disso, decisão arbitral ligada à FGV afastou o empresário norte-americano John Textor da gestão da SAF. O dirigente apontou distorções no uso do instrumento de recuperação, sugerindo que o pacote de reestruturação muitas vezes supera dívidas antigas.
A fala de Baptista aborda a aplicação das SAFs, sem oferecer conclusão, apenas levantando pontos sobre governança, financiamento e riscos para clubes com histórico de endividamento. O repórter viajou a convite do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC). Fonte: CBC & Clubes Expo.
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