- Comentaristas discutem se a hostilidade da torcida do São Paulo a Roger Machado passou dos limites durante a Live do São Paulo, no Canal UOL, com foco no Morumbi.
- Arnaldo Ribeiro afirma que, apesar de a situação não ter relação com racismo ou política, houve exagero e que a direção precisa buscar estabilidade até uma nova janela de avaliação.
- Ribeiro compara o tema a situações de troca de técnico em outras fases de pausa de competições, sugerindo que testar Roger por um mês é mais lógico do que decisões rápidas.
- Renan Teixeira destaca que as decisões técnicas impactam, cita a vitória sobre o Juventude pela Copa do Brasil, e defende mais apoio da torcida para não prejudicar o time.
- Gabriel Sá criticou parte da imprensa e da torcida por perder o equilíbrio entre cobrança e hostilidade, lembrando que vaiadas já ocorreram com outros técnicos.
O clima no Morumbi ficou tenso após a atuação do São Paulo contra o Juventude, pela Copa do Brasil. Comissão técnica sob pressão, Roger Machado recebeu críticas da torcida e apoio de parte da imprensa. A conversa ocorreu na Live do São Paulo, do Canal UOL, com participação de comentaristas.
Arnaldo Ribeiro destacou que as críticas perderam o limite, mas não vinculou a torcida a racismo ou questões políticas. Segundo ele, é essencial manter a estabilidade do comando técnico até uma nova janela de avaliação, evitando decisões precipitadas.
Ribeiro também comparou a situação com casos anteriores, sugerindo que mudanças rápidas costumam trazer mais dúvidas do que soluções. A ideia é evitar decisões que prejudiquem o time a curto prazo, especialmente enquanto há continuidade no elenco.
Renan Teixeira avaliou que as escolhas técnicas de Roger pesam no desempenho, citando a vitória por 1 a 0 sobre o Juventude como referência. Ele, porém, pediu mais apoio da torcida no Morumbi para não desestabilizar o grupo em campo.
Gabriel Sá apontou que parte da imprensa e da torcida exagera na cobrança, o que pode desequilibrar o ambiente. Ele lembrou exemplos de técnicos vaiados em estádios, enfatizando a necessidade de manter o equilíbrio entre cobrança e respeito.
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