- Durcesio Mello deixa o Conselho de Administração da SAF do Botafogo e assume o cargo de diretor-geral interino, devido a apontamentos de conflito de interesses.
- O novo representante do Botafogo Social no Conselho será definido pelo presidente João Paulo.
- Mello comandou o clube de 2021 a 2024 e conduziu a mudança estatutária para a venda do futebol; em 2022 John Textor passou a deter 90% das ações como sócio majoritário da Eagle Football.
- Textor permanece afastado da administração após notificação da Eagle e do fundo Ares; o Tribunal Arbitral da Fundação Getulio Vargas considerou violação de governança da SAF e Textor busca recuperação judicial no TJ-RJ.
- O semestre é visto como etapa para atrair novo investidor e resolver a crise financeira; Durcesio atuará, inicialmente, em conversas com Eagle/Ares e Botafogo Social.
Durcesio Mello deixou o Conselho de Administração da SAF do Botafogo e passa a atuar como diretor-geral interino, cargo similar a um CEO, em meio à crise financeira do clube. A mudança ocorre enquanto a SAF busca caminhos para reorganizar a gestão diante dos desafios atuais.
O novo representante do Botafogo Social no Conselho da SAF será definido pelo presidente João Paulo. A definição ocorre em meio à reorganização da governança após a saída de Mello.
Durcesio Mello presidiu o Botafogo de 2021 a 2024. Durante esse período, houve a alteração estatutária que viabilizou a venda do futebol. Em 2022, John Textor adquiriu 90% das ações por meio da Eagle Football, mantendo-se no Conselho como elo entre o social e a SAF.
Situação na SAF e perspectivas
No momento, Durcesio deverá manter diálogo com Eagle/Ares e Botafogo Social para avançar na reestruturação. Em General Severiano, a direção entende ser necessária a entrada de um novo investidor para enfrentar a crise financeira.
Textor, ainda afastado da gestão até a decisão do Tribunal Arbitral, aguarda avaliação sobre a revisão do caso. A defesa da SAF já acionou o TJ-RJ para buscar recuperação judicial, com o objetivo de organizar o passivo do clube e reduzir a pressão financeira. O Tribunal Arbitral da FGV avaliou o pedido como violação das regras de governança da SAF, após notificações de Eagle e do fundo Ares.
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