- Câmara dos Deputados deve votar na próxima semana a Lei Geral da Copa de 2027, que organiza o Mundial Feminino da Fifa no Brasil.
- O texto prevê reconhecimento financeiro às jogadoras brasileiras que participaram do torneio de 1988, realizado na China.
- As 18 medalhistas de bronze receberão R$ 500 mil cada; duas goleiras falecidas serão representadas por seus sucessores legais.
- O total da premiação é de R$ 9 milhões, financiado pelo orçamento do Ministério do Esporte.
- Entre os pontos em discussão estão segurança nacional, condições de trabalho, vistos e preços de ingressos, com tramitação em regime de urgência pela proximidade da competição.
A Câmara dos Deputados se prepara para votar, na próxima semana, a Lei Geral da Copa de 2027, que estabelece regras para o Mundial Feminino da Fifa a ser realizado no Brasil. O texto também reserva reconhecimento financeiro às jogadoras brasileiras que participaram do torneio de 1988, disputado na China.
Segundo a proposta, cada uma das 18 medalhistas de bronze do Mundial de 1988 receberá R$ 500 mil. Duas goleiras falecidas serão representadas por seus herdeiros legais. O montante total destinado à premiação é de R$ 9 milhões, proveniente do orçamento do Ministério do Esporte.
Além das questões esportivas, o texto aborda segurança nacional durante o torneio, condições de trabalho, regulamentação de vistos e preços de ingressos. A tramitação é urgente devido à proximidade do evento, programado para o próximo ano.
Pontos em debate
A proposta influencia a organização do Mundial no Brasil, incluindo critérios para participação de atletas veteranas e mecanismos de apoio às equipes. A discussão envolve autoridades públicas e representantes do esporte para alinhamento de procedimentos administrativos.
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