- A Corte Arbitral do Esporte negou o recurso do Atlético-MG e manteve a obrigação de quitar cerca de R$ 13 milhões ao Nottingham Forest, relacionado à compra de Gustavo Scarpa.
- A dívida envolve a segunda parcela em euros atrasada e a quitação da terceira parcela da negociação original de dezembro de 2023, que totaliza cinco milhões de euros (cinco milhões de euros).
- Caso não pague nos prazos, o Atlético fica proibido de inscrever novos atletas por até três janelas de transferências consecutivas.
- O acordo com o Nottingham Forest prevê pagamento imediato para regularizar a situação, incluindo 500 mil euros em atraso mais juros, e a terceira parcela de 1,5 milhão de euros com juros.
- O montante final, com custos processuais, aproxima-se de doze milhões a treze milhões de reais, dependendo da cotação, e a prioridade é evitar prejuízos ao planejamento de mercado da SAF do clube.
O CAS (Corte Arbitral do Esporte) negou o recurso do Atlético-MG referente ao atraso no pagamento de uma parcela da aquisição do meia Gustavo Scarpa. Com a decisão de 28 de abril de 2026, o clube mineiro deve quitar cerca de R$ 13 milhões ao Nottingham Forest, para evitar punição administrativa.
A sanção mencionada pode impedir o Atlético de inscrever novos jogadores por até três janelas de transferências, caso o valor não seja quitado dentro dos prazos definidos pela Justiça Desportiva. A diretoria mineira informou que já abriu acordo com o clube inglês para regularizar a dívida.
Historicamente, o negócio foi fechado em dezembro de 2023, quando o Atlético pagou 5 milhões de euros (cerca de R$ 31 milhões na época) pelos direitos econômicos de Scarpa. A compra previa três parcelas anuais, com a primeira quitada em janeiro de 2024.
A segunda parcela, de 1,5 milhão de euros, venceu em 2 de janeiro de 2025. O Atlético efetuou apenas 1 milhão de euros, mantendo saldo de 500 mil euros. O Nottingham Forest acionou a FIFA pelos pagamentos pendentes.
Em julho de 2025, a FIFA determinou o pagamento do saldo remanescente e de juros. O Atlético recorreu à CAS, que manteve a obrigação de quitar as parcelas de 500 mil euros e a terceira de 1,5 milhão de euros, com juros. Custas processuais somaram US$ 25 mil.
Ao converter as dívidas para o real, o montante chega a aproximadamente R$ 13 milhões. A regularização é tratada como prioridade pela SAF do Atlético para evitar danos no planejamento de compras de 2026.
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