- O Conselho Deliberativo do Corinthians aprovou que o Fiel Torcedor tenha direito a voto na eleição de 2026, apenas para a diretoria e sem taxa, com cobrança prevista a partir de 2030.
- Entre as opções discutidas, ficaram de fora a manutenção do estatuto atual sem voto e a possibilidade de voto do Fiel Torcedor a partir de 2030 com uma taxa de 1/4 da contribuição.
- O texto-base da reforma estatutária foi reprovado; a votação foi suspensa por volta das 21h30 e os demais itens seguem na próxima segunda-feira.
- O clima na sessão foi de protestos, com torcidas organizadas pressionando e desentendimentos entre conselheiros; o presidente em exercício, Leonardo Pantaleão, disse que os destaques não seriam apreciados caso o texto-base fosse rejeitado.
- Em votação posterior, houve 79 votos a favor e 57 contrários para decidir a continuidade da apreciação dos destaques, que incluem temas como a SAF e o direito de voto ao Fiel Torcedor.
Em noite de pressão no Parque São Jorge, o Conselho Deliberativo do Corinthians aprovou parte da reforma estatutária que garante o direito de voto aos membros do programa Fiel Torcedor já no pleito de 2026. A decisão vale apenas para a direção da diretoria, sem cobrança de taxas até então; a taxa viria a partir de 2030.
A proposta prevê ampliação gradual do poder de voto para integrantes do Fiel Torcedor, sem exigir pagamento de taxas especiais neste primeiro momento. As opções que ficaram de fora incluíam manter o estatuto atual ou permitir o voto do Fiel Torcedor apenas em 2030 mediante cobrança de uma taxa de 1/4 da contribuição.
A reunião ainda reprovou o texto-base da reforma. Por volta das 21h30, o escrutínio foi suspenso e novos itens serão votados na próxima segunda-feira (4).
Começou assim
A noite no Parque São Jorge começou com protestos de torcidas organizadas, enquanto o Conselho iniciava a votação do texto-base da reforma estatutária. A votação ocorreu de forma nominal, exibindo o posicionamento de cada conselheiro, com 93 votos contrários e 60 favoráveis.
O texto-base já havia sido tema de audiências públicas priorizadas pela diretoria anterior. Entre os pontos está a ampliação gradual do direito ao voto para o Fiel Torcedor e a possibilidade de transformar o clube em SAF no futuro, segundo informações discutidas anteriormente.
Apesar da reprovação inicial, o texto-base deverá seguir para a Assembleia de Sócios, para avaliação final, conforme o andamento da pauta.
Votação seguinte
Diante da pressão, o presidente em exercício, Leonardo Pantaleão, afirmou que, se o texto-base fosse reprovado, os destaques sugeridos pelo Cori não seriam apreciados. A declaração gerou revolta entre torcedores organizados presentes.
Houve desentendimentos entre conselheiros, com discussões entre membros da mesa e lideranças de torcidas. A sessão seguiu com a decisão de votar os destaques, mesmo diante do impasse.
Na segunda votação, havia 79 votos a favor da apreciação dos destaques e 57 contrários. Em seguida, o presidente deu início à análise de 15 destaques sobre temas específicos da reforma, incluindo a SAF e o direito de voto para o Fiel Torcedor.
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