- Milton Leite, narrador de 67 anos, criticou a política de diversidade da Globo ao montar as escalas, dizendo que a emissora prioriza diversidade acima da qualidade em algumas escolhas.
- Ele afirmou que as políticas de diversidade atendem a uma exigência do mercado, mesmo concordando com as oportunidades para outras pessoas.
- O jornalista afirmou que algumas pessoas foram escaladas sem demonstrar competência suficiente, para atender ao mercado, e não por serem melhores que ele.
- Também disse que a representatividade vai além do esporte, citando novelas e a bancada do jornalismo.
- Milton Leite ingressou na Globo em 2005, deixou a emissora em 2024 e, em 2025, passou a trabalhar no XSports.
Milton Leite, aos 67 anos, criticou a política de escalas da Globo, afirmando que a emissora tem priorizado questões de diversidade em detrimento da qualidade. O comentário foi feito durante participação no Charla Podcast. Ele deixou a Globo em 2024 e passou a trabalhar no XSports em 2025.
Segundo o narrador, a coerência entre talento e oportunidades não estaria sendo observada, com escalas sendo definidas por critérios de representatividade para atender ao mercado. Ele afirma que, na prática, não houve comprovação suficiente de desempenho para justificar algumas passagens à frente de outros profissionais.
A visão de Leite sobre o tema vai além do esporte e alcança áreas como novelas e jornalismo, indicando uma tendência de demanda por diversidade em diferentes setores da atração. O relato ressalta a percepção de que o mercado exige mudanças que vão além das funções esportivas.
Contexto sobre a diversidade na TV
Milton Leite ingressou no Grupo Globo em 2005, após passagem pela ESPN. Após 19 anos na empresa, deixou a Globo em 2024 e, em 2025, passou a atuar no XSports. A declaração repercute no debate sobre equilíbrio entre meritocracia e representatividade no audiovisual.
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