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MP analisa caso de argentino preso por racismo no Mineirão

Ministério Público de Minas acompanha apuração de racismo de torcedor argentino no Mineirão; CNPG emite nota de repúdio e reforça vigilância nos estádios

Cruzeiro comemora vitória diante do Boca Juniors na Libertadores
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  • Ministério Público de Minas Gerais acompanha a apuração de ato racista praticado por torcedor argentino, de 28 anos, durante Cruzeiro x Boca Juniors no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte.
  • Investigado foi identificado, conduzido por segurança do estádio e preso em flagrante na 2ª Central Estadual de Plantão Digital; imagens devem embasar o inquérito.
  • O MPMG reforça que o racismo é crime imprescritível e inafiançável e continuará vigilante para que os eventos esportivos sejam ambientes de respeito.
  • O Grupo Nacional de Combate à Violência nos Estádios, ligado ao CNPG, divulgou nota de repúdio e destaca necessidade de vigilância constante contra discriminação.
  • A CNN Brasil entrou em contato com Cruzeiro e Boca Juniors, mas ainda não obteve resposta das equipes.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) acompanha a apuração de atos de racismo praticados durante o jogo entre Cruzeiro e Boca Juniors, no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte. O episódio envolveu um torcedor argentino de 28 anos, identificado após a partida que ocorreu na última terça-feira (28).

Segundo o MPMG, o investigado foi conduzido por agentes de segurança do estádio e preso em flagrante na 2ª Central Estadual de Plantão Digital. A atuação da polícia e a preservação de imagens serão determinantes para a continuidade do inquérito.

O Grupo Nacional de Combate à Violência nos Estádios (GNCOVE) e o CNPG divulgaram notas de repúdio ao ato, reforçando a necessidade de vigilância constante para coibir práticas que atentem contra a dignidade humana nos espaços esportivos. O MPMG reforça o compromisso de combater racismo, intolerância e discriminação.

Acompanhamento institucional

As autoridades informam que acompanharão o desdobramento do inquérito e a análise dos registros oficiais. As imagens do jogo devem embasar a responsabilização criminal do envolvido. O Cruzeiro e o Boca Juniors ainda não se manifestaram oficialmente sobre o caso.

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