- A NWSL decidiu manter o calendário atual de primavera para o fim de ano até 2030, sem realizar a mudança para o formato ser iniciado neste período.
- A votação sobre inverter o calendário foi adiada; não há mudança prevista até o fim da década.
- A liga cita avaliação cuidadosa e confiança no crescimento sob o calendário atual, buscando estabilidade para clubes, ligas e torcedores.
- Infraestrutura e logística foram considerados, já que nenhuma equipe joga em estádios com cobertura e a mudança complica agendas em instalações compartilhadas.
- A MLS já informou que ajustará o calendário a partir de 2027, deixando a NWSL como a única liga de primeira divisão nos EUA a operarem no verão.
A National Women’s Soccer League decidiu manter o calendário atual, spring-to-fall, até 2030. A votação para inverter o calendário foi adiada, permanecendo a empresa no modelo vigente até o fim da década. A decisão foi anunciada nesta quarta-feira pela liga, após adiamentos anteriores e sem a adoção de mudanças neste período.
A liga informou que avaliou com stakeholders e optou pela continuidade por acreditar no impulso atual e na estabilidade conquistada. A manutenção do calendário visa assegurar continuidade para clubes, torcedores e infraestrutura, com comunicação de que qualquer mudança futura será anunciada com antecedência.
Infraestrutura e desafio logístico
A reação das jogadoras ressaltou entraves logísticos para uma possível mudança, principalmente a ausência de estádio com cobertura em toda a liga e a dificuldade de agendamento em instalações compartilhadas. O grupo de jogadoras citou impactos na organização de partidas quando houver condições climáticas adversas.
Midge Purce, do Gotham FC, indicou que a realidade da NWSL difere da MLS em recursos e estrutura, destacando a dependência de estádios sem cobertura e limitações de orçamento para manutenção de campos. Ela destacou que o campeonato depende de cronogramas de uso de estádios com menos prioridade para a liga.
Trinity Rodman, do Washington Spirit, apontou preocupação com locais propensos a frio e neve, sugerindo planos de contingência caso haja alterações. As atletas defenderam estudo cuidadoso dos impactos logísticos antes de qualquer mudança de calendário.
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