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Pouco interesse pelo troféu real e outras curiosidades da Copa

Poucos têm permissão para tocar o troféu original; ele é oco, já foi roubado duas vezes e protegido por rígidas normas de segurança

Fotografua do Troféu OMB da Copa do Mundo México.
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  • O acesso ao troféu original é restrito a dirigentes, campeões da Copa e chefes de Estado.
  • O troféu é oco por dentro, tem 36,5 cm de altura e é feito de ouro de 18 quilates; se fosse maciço, pesaria 70 kg.
  • Já houve dois furtos conhecidos: o primeiro na Inglaterra, quatro meses antes de 1966, e o segundo em 1983, na sede da CBF, que nunca foi recuperado.
  • O troféu original pesa seis quilos de ouro e tem base de malaquita; a réplica entregue aos campeões é de bronze banhado a ouro, com o nome do país campeão gravado na base.
  • A FIFA mantém o cuidado com o troféu para evitar perdas e furtos, valorizando a preservação do símbolo da competição.

O troféu da Copa do Mundo tem regras rígidas de acesso. Apenas dirigentes da organização, campeões da Copa e chefes de Estado podem tocá-lo, segundo normas oficiais. A restrição busca garantir a preservação da peça.

A peça é oca por dentro e mede 36,5 cm de altura, sendo feita de ouro 18 quilates. Caso fosse maciça, pesaria cerca de 70 kg. A explicação da FIFA é justamente a de evitar danos pela manipulação constante.

O troféu já teve duas ocorrências de furto, uma em 1966, na Inglaterra, e outra em 1983, na sede da CBF, no Rio de Janeiro. Em 1966, ele reapareceu após ser farejado por um border collie. Em 1983, nunca foi recuperado; acredita-se que tenha virado barras de ouro.

O original difere da réplica entregue aos campeões. O troféu original pesa 6 kg de ouro e tem base de malaquita com 13 cm de diâmetro. A réplica é de bronze banhado a ouro e grava o nome do país campeã na base.

Histórias antigas explicam a cautela da FIFA. O troféu original não é apenas símbolo: ele já teve a história de ter sumido na Inglaterra, quatro meses antes da Copa de 1966, e ter sido recuperado. Essas ocorrências ajudam a justificar a vigilância ao redor da peça.

Observa-se que a versão atual, apesar de valiosa, já não é de ouro maciço. O coração do troféu permanece oco, reforçando a ideia de que o valor é simbólico, não apenas material. A seriedade com que a FIFA trata o item é parte da própria história da competição.

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