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Infantino enfrenta constrangimento ao promover encontro entre Palestina e Israel

No 76º Congresso da Fifa, em Vancouver, Jibril Rajoub recusou aperto de mão de Basim Sheikh Suliman, provocando constrangimento ao palco enquanto Infantino tentava a foto

Gianni Infantino tenta fazer com que Rajoub aperte a mão de Sheikh
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  • No 76º Congresso da Fifa, em Vancouver, Jibril Rajoub, presidente da Federação de Futebol da Palestina, recusou aperto de mão a Basim Sheikh Suliman, vice-presidente da federação de Israel, gerando constrangimento no salão.
  • Gianni Infantino, presidente da Fifa, tentou fazer com que os dois posassem juntos para uma foto, sem sucesso.
  • Rajoub afirmou que não pode cumprimentar por considerar que “os israelenses trouxeram para encobrir seu fascismo e genocídio”, beijou Infantino e saiu do palco; Infantino, em seguida, abriu um abraço em Suliman.
  • Em 2024, a Organização das Nações Unidas identificou ao menos oito clubes disputando partidas em assentamentos israelenses e cobrou que a Fifa aja.
  • À imprensa, Rajoub pediu que a Fifa aplique suas regras com equidade, destacando a destruição de instalações esportivas palestinas em Gaza e centenas de mortes de atletas e trabalhadores, afirmando que é hora de justiça.

O 76º Congresso da FIFA, em Vancouver, Canadá, teve um momento tenso quando Jibril Rajoub, presidente da Federação de Futebol da Palestina, recusou aperto de mão a Basim Sheikh Suliman, vice-presidente da federação de Israel. Gianni Infantino, presidente da FIFA, tentou promover o gesto no palco, sem sucesso.

Rajoub beijou Infantino e saiu do palco, enquanto o dirigente suíço fez um gesto de abraço com Suliman. A cena provocou silêncio no plenário e gerou repercussão interna sobre o tema.

O episódio ocorre em meio a críticas anteriores sobre o papel das federações em conflitos na região. Em 2024, a ONU apontou clubes disputando partidas em assentamentos israelenses, cobrando atuação da FIFA para promover neutralidade.

Repercussões e pedidos de justiça

Após o ocorrido, Rajoub cobrou aplicação equitativa das regras da FIFA. Ele destacou o sofrimento na Palestina e mencionou destruição de instalações esportivas em Gaza e ataques a atletas e trabalhadores palestinos, pedindo justiça.

A FIFA não ofertou posicionamento político no momento, reiterando que acompanha a situação e destaca a necessidade de respeito às regras da entidade. A notícia foi divulgada com informações da AFP.

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