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Lesão impede continuidade da carreira de Militão, afirma médico que o operou

Médico que operou Militão afirma que cirurgia era inevitável diante da gravidade da lesão; recuperação prevista em cerca de cinco meses

Lasse Lempainen e Militão em imagem cedida ao jornal Marca.
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  • O médico Lasse Lempainen afirmou que a cirurgia de Éder Militão era inevitável pela gravidade da lesão no tendão proximal do bíceps femoral da perna esquerda.
  • A lesão tirou Militão da Copa do Mundo de 2026 e a decisão foi tomada pensando no futuro do atleta.
  • O tempo de recuperação costuma ficar entre quatro e seis meses; Militão tem retorno previsto de cerca de cinco meses, voltando ao segundo semestre.
  • Mesmo após a cirurgia, há risco residual de nova lesão, que pode ser reduzido com boa cirurgia e reabilitação bem planejada.
  • A recuperação é acompanhada de otimismo, com exemplos de atletas que retornaram ao alto nível; a ausência impacta a seleção brasileira, que está sob o comando de Carlo Ancelotti.

O médico Lasse Lempainen afirmou que a cirurgia de Éder Militão era inevitável diante da gravidade da lesão no bíceps femoral da perna esquerda. O zagueiro do Real Madrid rompeu o tendão proximal, o que o afastou da Copa do Mundo de 2026. A decisão foi tomada com foco no futuro do atleta.

Segundo o especialista, lesões musculares são comuns no futebol, mas nem todas exigem intervenção cirúrgica. No caso de Militão, a gravidade do quadro de alto rendimento tornou a operação necessária para preservar a função muscular.

A recuperação costuma exigir tempo e cautela. Em termos gerais, lesões graves de isquiotibiais levam de quatro a seis meses para o retorno ao alto nível. Militão tem retorno estimado em cerca de cinco meses, apontando para o segundo semestre.

Recuperação e prognóstico

Mesmo após a cirurgia, o risco de nova lesão não é eliminado, mas pode ser minimizado com uma reabilitação bem planejada e uma cirurgia bem executada. O acompanhamento terá etapas progressivas, com avaliações periódicas.

O médico demonstrou otimismo quanto ao retorno. Existem relatos de atletas que conseguiram recuperar o desempenho máximo após esse tipo de intervenção, inclusive em fases posteriores da carreira.

A nova lesão ocorre em um momento estratégico para a seleção brasileira, que enfrenta dúvidas defensivas. Militão permanece fora do torneio, enquanto a comissão técnica prioriza a recuperação para o retorno ao mais alto nível.

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