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Pochettino afirma que EUA não têm relação emocional com o futebol

Pochettino aponta ausência de relação emocional dos EUA com o futebol, defende espaços públicos de prática e mantém expectativa de chegar às quartas de final

Mauricio Pochettino will lead the US men’s national team at this summer’s World Cup.
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  • Mauricio Pochettino afirmou, em podcast, que os Estados Unidos ainda não têm uma relação emocional com o futebol, em contraste com basquete e futebol americano.
  • O técnico defendeu as perspectivas da seleção masculina dos EUA na Copa do Mundo coorganizada e manteve o otimismo, citando exemplos de equipes que superaram expectativas em Mundiais.
  • Pochettino pediu mais espaços públicos de jogo para crianças, em vez de depender apenas de clubes e equipes organizadas.
  • Ele explicou que, em alguns países, a relação com o futebol começa cedo, enquanto nos EUA a prática tende a se desenvolver mais tarde.
  • Em uma passagem sobre a confiança na equipe, lembrou um encontro com o presidente Donald Trump antes do sorteio da Copa, perguntado sobre a chance de vencer, e respondeu que sim.

Mauricio Pochettino, técnico da seleção masculina dos EUA, participou de um podcast divulgado na quinta-feira, defendendo as perspectivas da equipe no Mundial, mas fazendo uma leitura neutra sobre a empolgação do público americano. O entrevistado manteve o tom analítico sobre o futebol nos EUA.

Pochettino destacou que o desenvolvimento de talentos ocorre mais cedo em outros países. Ele comparou a relação emocional com o futebol, lembrando que, nos Estados Unidos, crianças começam a brincar com a bola mais tarde, com foco em esportes como basquete e futebol americano.

O treinador sugeriu ampliar espaços públicos para crianças praticarem esporte, em oposição ao modelo que foca somente em clubes e equipes organizadas. O ponto surgiu após uma reunião social com convidados abastados questionando a presença de um Messi americano.

Sobre as expectativas no Mundial, Pochettino adotou tom cauteloso, porém otimista. Contou ter sido questionado pelo presidente dos EUA, em Washington, se a equipe poderia vencer, e respondeu que tudo é possível no futebol, citando exemplos de seleções que avançaram além do esperado.

O técnico também mencionou que pode deixar o cargo após o Mundial, conforme o término de seu contrato, indicando que a passagem atual do treinador há de encerrar em breve, dependendo dos desdobramentos da competição.

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