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Brasil, penta com Djalma, Nilton, Carlos, Cafu e Roberto, sofre nas laterais

Com Militão fora, laterais em escassez obrigam improvisos e levam Ancelotti a confiar em Danilo para o time que busca o hexa

O lateral esquerdo Nilton Santos (à esq.) e o ponta-esquerda Zagallo celebram, no vestiário, a vitória do Brasil sobre a União Soviética na Copa de 1958
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  • Brasil vive escassez de laterais na busca pelo hexa em 2026, com a lesão de Éder Militão abrindo espaço para improvisos na defesa.
  • Ancelotti confirmou Danilo na lista final para a Copa, destacando caráter, liderança e experiência.
  • Na lateral direita, opções incluem Weslley, Danilo (já como zagueiro reserva) e possíveis alternativas como Vanderson, Paulo Henrique, Vitinho e Ibañez adaptável; na esquerda, nomes como Alex Sandro e Douglas Santos são apontados como prováveis.
  • O treinador também testou Caio Henrique, Carlos Augusto, Luciano Juba e Kaiki; há pressão por alguém com perfil defensivo sólido para iniciar contra-ataques.
  • A ideia é priorizar jogadores capazes de desarmes e transições rápidas, mantendo distância do estilo histórico com Djalma Santos e Nilton Santos; Douglas Santos surge como possibilidade de versão para o pôster do hexa.

O Brasil encara um momento atípico de escassez de opções pelas laterais na busca pelo hexa em 2026. A equipe ficou sem manter o padrão histórico de defensores laterais de alto nível, o que impõe improvisações e ajustes no planejamento. O técnico Carlo Ancelotti encara o desafio de manter o equilíbrio entre defesa sólida e transição rápida ao ataque.

Até o momento, a posição direita tem menos opções confiáveis após a cirurgia de coxa de Éder Militão, titular na posição. A defesa precisa recorrer a substitutos com perfil ofensivo e boa leitura de jogo para acompanhar os atacantes adversários, sem perder solidez atrás.

Na esquerda, a disputa persiste entre nomes de experiência e jovens promessas. Alex Sandro e Douglas Santos aparecem como escolhas com mais consistência, enquanto nomes de giro recente na base ou em recuperação de lesão são avaliados. A seleção vive um cenário de equilíbrio entre qualidade defensiva e dinâmica de ataque.

Ancelotti já confirmou que Danilo entra na lista de 26 convocados, com ênfase no perfil de liderança e experiência, independentemente do posicionamento tradicional. A ideia é manter um defesa que possa iniciar contra-ataques rápidos ao lado de atacantes velozes, como Vinicius Jr.

Além de Danilo, o técnico tem observados Vanderson, Paulo Henrique e Vitinho como opções para reforçar as laterais em caso de necessidade. Ibañez, ao step recente, também pode ser adaptado à direita, se necessário, mantendo a variedade de alternativas.

Para a esquerda, as opções mais confiáveis são Alex Sandro e Douglas Santos, com cobertura de Caio Henrique, Carlos Augusto e outros nomes em avaliação. Apesar da pressão por experiência, há espaço para renovação conforme o andamento dos treinamentos e partidas-teste.

Em síntese, a seleção não contará com o mesmo repertório histórico de laterais que ajudaram a construir títulos, mas busca equilíbrio entre solidez defensiva e velocidade na transição. A prioridade é manter desarmes efetivos e construção de jogadas rápidas pelos flancos.

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