- Desde a chegada de Fernando Diniz, o Corinthians tem cinco vitórias e dois empates em sete jogos, incluindo a vitória por dois a zero sobre o Peñarol pela Libertadores.
- O técnico elogiou Breno Bidon, destacando a inteligência do jogador e a sua versatilidade no meio-campo.
- Diniz comparou Bidon a Gabriel Sara, dizendo que o volante “flutua” pelo campo e tem boa leitura de jogo.
- Bidon foi titular em seis dos sete jogos sob o comando de Diniz, ajudando na construção a partir de trás; o camisa sete ficou fora apenas contra o Barra.
- No jogo contra o Peñarol, Bidon registrou noventa e cinco por cento de acertos de passe e teve apenas um erro de passe em campo adversário.
Desde a chegada de Fernando Diniz, o Corinthians vive boa fase. O time chegou a 5 vitórias e 2 empates nos sete jogos sob o comando do treinador, mantendo 100% de aproveitamento na Libertadores.
Na coletiva após a vitória por 2 a 0 sobre o Peñarol, Diniz elogiou Breno Bidon, meio-campista do elenco. O treinador destacou a versatilidade do jogador e a importância dele na construção desde a linha de fundo.
Bidon foi o melhor em campo na decisão da Copa do Brasil de 2025, quando defendia o Vasco. Agora, atua sob o comando de Diniz no Timão e mantém destaque pelo dinamismo do camisa 7.
Destaque de posição e desempenho
Diniz tem utilizado Bidon em vários setores do campo, mantendo a função com bola e acrescentando responsabilidade defensiva. O técnico citou semelhanças com Gabriel Sara, convocado recentemente pela Seleção, pela mobilidade no campo.
O capitão do time tem atuado com regularidade: titular em seis de sete jogos, apenas afastado contra o Barra pela Copa do Brasil. Bidon contribui na transição rápida e na assistência de passes.
Diante do Peñarol, o meia teve 95% de acerto de passes e apenas um erro no campo adversário, segundo o Sofascore. Os números reforçam a importância do jogador na espinha dorsal do esquema de Diniz.
Rodrigo Garro também ganhou espaço com o novo comandante, elevando o nível de atuação e concedendo mais liberdade ao meio de campo. A tendência é de continuidade da formação atual enquanto o treinador lê o desempenho dos atletas.
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