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Elano revela desafios na base do Santos, visita Robinho e Neymar não está feliz

Elano assume a base do Santos, prioriza DNA ofensivo e gestão integrada, e afirma que Neymar não está feliz, explicando bastidores da Copa de 2010

Elano em entrevista ao quadro Abre Aspas, do ge — Foto: Marcos Ribolli
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  • Elano é hoje dirigente das categorias de base do Santos, e afirma não ter interesse em voltar a treinar; está em posição de gestão e desenvolvimento de atletas.
  • Ele diz que Neymar não está feliz e reforça a necessidade de cuidado com o jogador, especialmente diante das pressões da carreira.
  • Sobre Robinho, Elano mantém a amizade, mesmo reconhecendo a gravidade do crime cometido pelo amigo, e diz que ele precisa encontrar uma forma de restaurar a imagem.
  • O ex-jogador fala do objetivo de resgatar o DNA do Santos, aumentar a atuação ofensiva da base e promover integração entre base e profissional, incluindo treinos na praia e foco em saúde mental.
  • Elano requer 100% autonomia administrativa do clube para tomar decisões e defende melhoria estrutural, planos de captação e expansão de talentos na Baixada Santista e no país.

Elano detalha desafios na base do Santos, revela visitas de Robinho e afirma que Neymar não está feliz. O ex-jogador, hoje dirigente, conta por que deixou a função de treinador e abre bastidores da Copa de 2010.

Ele assumiu as categorias de base do Santos há pouco mais de um mês, após experiência como treinador que não deseja manter. A mudança ocorreu em meio a perguntas sobre o futuro do clube e o desenvolvimento de jovens atletas.

Durante a entrevista, Elano descreve o período de adaptação, destacando que chorou nos primeiros dias ao retornar para casa. Com o tempo, diz ter ganhado experiência para gerir a base com transparência.

Sobre Neymar, aponta a necessidade de cuidado e apoio ao camisa 10, afirmando que ele não está feliz e que merece um ambiente mais estável para render. O empresário também comenta a relação com Robinho.

Elano ressalta que a atuação como gestor exige equilíbrio entre família, credibilidade e relacionamento com jogadores, pais e comissões. Ele compartilha métodos para manter a paz no ambiente de treino.

Na visão dele, o Santos precisa resgatar a identidade ofensiva e consolidar uma metodologia comum que una todas as categorias, do futsal ao sub-20, em torno de um modelo de jogo.

Sobre a relação com o elenco profissional, o ex-jogador diz haver diálogo positivo com o técnico Cuca. A meta é preparar jovens para avançar ao profissional, fortalecendo o vínculo entre base e elenco principal.

Ele também comenta a estrutura do CT e a autonomia administrativa que recebeu do presidente Marcelo Teixeira. A ideia é definir regras claras para convênios, entradas, saídas e foco no desenvolvimento da base.

Elano analisa a absorção de novas tecnologias e o impacto da exposição de jovens nas redes, destacando a necessidade de equilíbrio entre visibilidade e foco técnico.

No tema financeiro, ele aponta a urgência de ampliar a captação de talentos na Baixada Santista e em todo o Brasil, com propostas de negócios que valorizem a base sem depender apenas de grandes transferências.

Sobre Neymar pai, o dirigente afirma que não há cobrança financeira direta, mas ressalta a importância de zelar pelo jogador. A atuação do Santos, segundo ele, deve priorizar a saúde mental do atleta.

Em relação ao retorno ao profissional, Elano afirma estar satisfeito com o papel atual e não descarta contribuir em áreas específicas, desde que haja autonomia para as decisões da base.

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