- Infantino confirmou que disputará a reeleição na eleição da FIFA marcada para 2027.
- Ele já conta com o apoio de três confederações: Conmebol, AFC e CAF, que somam 111 votos, suficientes para a vitória.
- A Conmebol foi a primeira a anunciar o apoio durante reunião no Equador; AFC e CAF também ratificaram o respaldo nesta semana.
- Caso vença, o mandato deve se estender até 2031, já que o estatuto permite uma eleição e duas reeleições, e o período de 2016 a 2019 é considerado tampão.
- Infantino lidera a FIFA desde 2016, quando assumiu após a queda de Joseph Blatter.
Infantino confirmou hoje sua candidatura à reeleição na Fifa, durante o término do congresso da entidade no Canadá. O atual presidente, que comanda a entidade desde 2016, buscará um novo mandato em 2027.
A candidatura ainda recebe respaldo de três confederações continentais. Conmebol, AFC e CAF já garantiram votos, somando 111 apoios, o suficiente para ampliar as chances de vitória.
O apoio foi anunciado após a conclusão da reunião na América do Sul, com confirmações também vindas de blocos asiático e africano na semana passada. A votação está marcada para 2027.
Cenário de apoio
A composição das alianças indica vantagem para Infantino, que administrará o que pode ser seu último ciclo, caso seja reeleito. O prazo atual da eleição termina em 2031, conforme regras da Fifa.
Segundo o estatuto, apenas uma eleição e duas reeleições são permitidas, mas o primeiro mandato de Infantino não entra como oficial, por ter sido considerado um “mandato tampão” ligado a Blatter. Assim, a elegibilidade permanece.
Se confirmado na eleição, Infantino liderará a Fifa por mais quatro anos a partir de 2027, mantendo o foco na continuidade da gestão e de políticas já implantadas pela entidade.
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