- Robert Arboleda não retornou ao Brasil na data combinada, aumentando a crise com o São Paulo FC.
- Ele estava no Equador desde o início de abril sem autorização formal do clube e permaneceu em Guayaquil.
- O São Paulo esperava a reapresentação na madrugada desta sexta-feira, por volta de 00h30, para dar continuidade à saída do jogador.
- O clube pagou o salário de abril e enviou notificação formal com prazo de dez dias para o retorno e reapresentação.
- A relação segue tensa, especialmente porque a rescisão amigável já havia sido encaminhada previamente.
Robert Arboleda não retornou ao Brasil dentro do prazo combinado e ampliou a crise envolvendo a possível saída do São Paulo FC. O zagueiro não embarcou para o Brasil na madrugada desta sexta-feira (1º), como estava previsto, mantendo-se em Guayaquil, Equador.
O jogador havia viajado ao Equador no início de abril sem autorização formal do clube, o que já gerava atrito interno. Após notificações oficiais, a expectativa era que ele desembarcasse em São Paulo por volta de 00h30 para dar continuidade às negociações de desligamento definitivo.
Segundo informações inicialmente divulgadas pelo jornalista Gabriel Sá, dirigentes do São Paulo aguardavam Arboleda no aeroporto para a reapresentação e encerramento do processo de saída. O clube também pagou o salário de abril e enviou uma notificação com prazo de dez dias para retorno e reapresentação.
Desdobramentos e cautela jurídica
Internamente, o São Paulo buscou respaldo jurídico para evitar questionamentos futuros do atleta, diante de uma relação já desgastada. A rescisão amigável já havia sido encaminhada previamente, aumentando a sensibilidade do enredo.
O impasse atual envolve não apenas a continuidade do zagueiro, mas também o impacto nas tratativas contratuais do clube com o jogador. A crise se agrava pela incerteza sobre o desfecho do negócio e pela distância entre as partes.
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