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Leila Pereira critica Libra e pretende retirar o Palmeiras do bloco

Presidente do Palmeiras afirma que pretende deixar a Libra, cobra liderança da CBF e aponta desgaste entre clubes pela condução do bloco

Palmeiras consolida recorde e fecha 2025 com arrecadação de R$ 1,7 bilhão –
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  • Leila Pereira, presidente do Palmeiras, disse que a Libra perdeu o objetivo e quer retirar o clube do bloco.
  • Ela afirmou que o Palmeiras não migrará para a FFU e que aguarda os passos da futura liga organizada pela CBF.
  • A dirigente afirmou que o acordo com a Câmara não é viável sem a participação direta da CBF e que a entidade precisa liderar o processo.
  • Em entrevista, Leila criticou o comportamento de alguns clubes e citou o atrito causado por uma decisão judicial em setembro de 2025 envolvendo R$ 77 milhões de direitos de transmissão.
  • Mesmo com críticas, reconheceu avanços na negociação de transmissão com a TV Globo para o período de 2025 a 2029.

A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, voltou a criticar a Libra e revelou o objetivo de retirar o clube do bloco. Em entrevista ao Palmeiras Cast, realizada nesta sexta-feira, 1º, ela afirmou que a liga perdeu o propósito inicial e não cumpre o que foi criado.

Ela lembrou o marco de 2022, quando dirigentes se reuniram em São Paulo para estruturar uma liga única para o Campeonato Brasileiro. Hoje, segundo Leila, o cenário não atende às expectativas e o Palmeiras não pretende migrar para a FFU; a dirigente disse que aguarda os próximos passos da futura liga organizada pela CBF.

Leila afirmou que a participação da CBF é essencial para qualquer agrupamento entre blocos. Segundo ela, sem a intervenção da confederação, não há condições de chegar a um acordo para um campeonato comum, pois cada clube busca uma solução diferente.

A dirigente também criticou o comportamento de alguns dirigentes e mencionou que há clubes que se veem como o “Real Madrid das Américas”, o que dificulta o consenso. Ela ressaltou ainda um episódio de setembro de 2025, quando decisão judicial travou o repasse de R$ 77 milhões ligados aos direitos de transmissão, gerando insatisfação entre os clubes.

Apesar das críticas, Leila reconheceu um ponto positivo na Libra: a negociação de direitos de transmissão com a TV Globo para o período 2025-2029. Segundo ela, o processo mostrou que a divisão em dois blocos econômicos acabou servindo para a negociação, ainda que o resultado final tenha ficado aquém do esperado.

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