- Cristiano Ronaldo, 41 anos, mantém uma dieta considerada radical para chegar ao milésimo gol.
- O ex-chef particular, Giorgio Barone, diz que ele só consome produtos naturais e baniu leite e derivados.
- O jogador afirma que “os humanos são os únicos animais que bebem leite de outros” e mantém a rotina para a Copa do Mundo, atuando pelo Al-Nassr.
- O atleta tem o filho Cristiano Júnior, de 15 anos, em testes na base do Al-Nassr; uma partida entre pai e filho é aguardada em breve.
- Falta cerca de 30 gols para Cristiano Ronaldo alcançar o marco de 1.000.
Cristiano Ronaldo, 41 anos, mantém uma dieta extremamente controlada, revelada pelo ex-chef italiano Giorgio Barone. O objetivo é sustentar a forma física na busca por marcas profissionais, incluindo a aproximação de mil gols na carreira.
Segundo Barone, o atleta evita alimentos industrializados e adota apenas produtos naturais. Entre as restrições, o consumo de leite e seus derivados é proibido, alinhado a uma filosofia de alimentação que o ex-chef descreve como rigorosa.
A reportagem aponta que Ronaldo segue esse regime para manter o condicionamento em preparação para a próxima Copa do Mundo e para continuar atuando pelo Al-Nassr, clube saudita onde seu filho Cristiano Júnior, hoje com 15 anos, treina nas categorias de base. Com quase mil gols, a meta é chegar ao marco.
Detalhes da abordagem
A justificativa de Ronaldo, conforme Barone, envolve um posicionamento sobre a alimentação humana, defendendo que beber leite de outros animais não seria natural. A prática é apresentada como parte de uma estratégia de alto desempenho e disciplina alimentar.
Em meio ao contexto, a imprensa aponta que o atleta não apenas controla a dieta, mas também evita itens processados para reduzir impactos metabólicos. A apuração envolve a relação entre o regime e a preparação para jogos de alto nível.
Contexto familiar e projeções
A relação com o filho na base do Al-Nassr é citada como componente do dia a dia do jogador. A possível coincidência de jogos entre pai e filho em breve é mencionada pela matéria. A reportagem de VEJA, publicada em 1º de maio de 2026, não expõe opiniões, apenas dados e declarações do ex-chef.
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